Avançar para o conteúdo principal

Reunião de Câmara - a última - e o ruído

Hoje tivemos a última reunião de Câmara.
Duarte Silva teve que ouvir o seu ex-vice-presidente durante longos minutos. Paulo Pereira Coelho "malhou" forte na personalidade do actual Presidente, sem deixar de atacar com igual força o PSD local. Poupou José Elísio. Este por sua vez declarou que a derrota não era sua. Claro. José Elísio nem sequer apoiou Duarte Silva durante 8 anos. Não, José Elísio não foi Vereador do Ambiente. Foi um outro José Elísio, aquele que ali estava repetiu a dose e atacou Duarte Silva. Constrangedor q.b.
Lídio Lopes "salvou a pele", ele a vítima de um quase assassinato político, ele que vai voltar aos velhos e gloriosos dias da oposição. Não defendeu Duarte Silva. A única que se prontificou a defender o ainda presidente foi Teresa Machado, enaltecendo "o homem honesto e trabalhador".
Duarte Silva foi lacónico, desejando felicidades a todos os presentes e ao partido socialista.
A bancada socialista conteve-se. Não atacou muito.

Mais uma vez alertámos para os recorrentes problemas do ruído (sem resposta adequada). Este Verão um festival de música electrónica infernizou a vida dos habitantes de Quiaios, houve várias queixas, mas a Câmara de nada soube...

Comentários

  1. Em vez de andarem com guerrinhas e acusações se poupassem a energia do Blá Blá inútil e pusessem mãos à obra e olhassem para a cidade com olhos de ver, seria melhor. Quanto ao ruído e ao facto de não haver resposta da cãmara já é habito, pois o pessoal lá dentro está todo muito cansado, só há resposta ao correio electrónico vários meses após as reclamações, e quando há resposta.É assim o desempenho de funções do pessoal que lá trabalha...

    ResponderEliminar
  2. ESPERO QUE O PRESIDENTE ELEITO NÃO VIVE DE COSTAS VOLTADAS PARA OS MUNÍCIPES,E QUE SAIBA OUVIR E ACTUAR.POLITIQUICES À PARTE...

    ResponderEliminar
  3. não sei se o municipe acima se refere aos funcionários, mas se assim mfor tenha em atenção que a resposta ou falta dela muitas vezes é culpa do chefe e não do peão, assim quando reclamar agradecemos que diga ao chefe aquilo que diz ao desgraçado do funcionário

    ResponderEliminar

Enviar um comentário

Mensagens populares deste blogue

Alferes Robles, massacres de 1961 e a Guerra de Angola

Recentemente visionei novamente os primeiros episódios da série "A Guerra" de Joaquim Furtado. Para quem não viveu a guerra, o documentário é excelente, e segundo muitos que a viveram Joaquim Furtado fez um trabalho notável. Ouviu ambas as partes, procurou uma visão serena e equilibrada apresentando unicamente os factos comprovados.
(ver aqui o documentário "A GUERRA" de Joaquim Furtado, https://youtu.be/eytkjJXrmhA onde  várias testemunhas presenciais testemunham as atrocidades cometidas por ambas as partes)

Na sequência dos grotescos episódios que se seguiram aos massacres de 15 de Março de 1961, a UPA matou barbaramente quase um milhar de colonos (a maioria branco) e outros milhares de trabalhadores locais, os portugueses (brancos) desencadearam a retaliação. Matou-se por dá cá aquela palha, milhares de angolanos pretos foram chacinados sem qualquer razão. Há várias fotografias de valas comuns, iguais às nazis, e depoimentos que chegariam para levar alguns por…

Roxanne Bueso

Pintora Roxanne Bueso, residente na Figueira da Foz, proveniente de Porto Rico.

A vala de Buarcos - emanilhar não é solução

A chuva intensa dos últimos dias veio mostrar o erro. Emanilhar e soterrar a vala hidráulica da praia de Buarcos criou um problema de drenagem. Havia espaço para a água percorrer a praia e chegar ao mar. O espaço foi limitado pelo emanilhamento da vala. Logo quando há muita água esta tende a escoar-se pelo caminho mais fácil. Sem espaço livre, acumula-se. Foi isso que aconteceu este ano. A praia parecia um lago. As máquinas tiveram que abrir novamente "uma vala" permitindo o escoamento da água para o mar.