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Mensagens

De Regresso à Figueira

Após uma viagem de trabalho por cinco países europeus regresso à Figueira e ao blog.
As notícias continuam a mostrar que a Figueira precisa de outro rumo, pessoas capazes de gerir sem a actual displicência pelo gasto de dinheiros públicos. Como disse o Presidente da República os responsáveis políticos devemos parar de "iludir a realidade".

Na Roménia

Por motivos profissionais estou na Roménia. As mensagens e os comentários centram-se naturalmente neste país latino onde o investimento português aumenta significativamente ano após ano.
Diz-me quem cá investe que é difícil encontrar mão-de-obra qualificada, técnicos capazes e conhecedores. A mentalidade latina associada a mais de 40 anos de comunismo fechado e um ditador paranóico transformaram o país no mais pobre e pessimista...todos se queixam de tudo, asseguram-me. "Os romenos são pessimistas e queixam-se de tudo mas não levantam um dedo para mudar seja o que for".

Em 1992 estive neste país pela primeira vez. Era estudante, viajava no Verão de mochila às costas e interail no bolso. As infra-estruturas decadentes impressionaram-me imenso, gigantes industriais a cair aos bocados conviviam com as carroças a cavalo, os passeios inacabados, estradas esburacadas, trânsito caótico, muito lixo por recolher...na altura parecia-me o fim do mundo, metia medo, e a somar a isto tudo, …

Acessibilidades no Bairro Novo

Rua Miguel Bombarda, Figueira da Foz, 2008
Os peões são o maior grupo, mas é o mais fraco entre todos os participantes no tráfego: quase todos nós somos peões em determinadas alturas. Um terço dos nossos movimentos de rotina são efectuados a pé e, além disso, qualquer deslocação motorizada começa e termina pelo nosso pé. ACA-M

Eu, figueirense, acuso !

Texto publicado no Jornal de Notícias de 29.08.2008
Foto da notícia retirada do blog "Outra Margem"

Ciclovias na Figueira da Foz

A procura de alternativas ao automóvel já começou. Há quem assuma a saúde, a sua e a dos outros, em detrimento do conforto automóvel. Mais, ao contrário do que se afirma correntemente, a pedonalização beneficia o comércio tradicional.
Lar mais aqui
Menos Carros, Menos Pessoas?
Volto ao tema do disparatado argumento que afirma que a redução da mobilidade automóvel na cidade acaba por afastar as pessoas, os moradores e o comércio. Um relatório do Transportation Alternatives (via) refere algumas consequências de condicionamentos ao trânsito:
Residential property values:
85% reduction in traffic translated to 5% increase after one year and
• 30% after 13 years (Bagby) [aumento em comparação com outros locais]

Streets with no through traffic command 9% price premium (Hughes)
Quiet streets command 8-10% premium over noisy streets (Nelson)
Community gardens boost nearby apartment prices 7% (Voicu and Been)
Retail sales: Pedestrianization boosts sales 10-25% in first year (University of Oxford)
Pedest…

AECOPS

DO SITE DA AECCOPS

O Inquérito Semestral da Primavera de 2008 aos Prazos de Recebimento das Empresas de Obras Públicas, elaborado pela Federação Portuguesa da Indústria de Construção e Obras Públicas (FEPICOP), revela que a maioria das autarquias e empresas municipais continua a pagar as suas facturas com atraso excessivo e que houve mesmo um aumento do prazo médio de recebimento, que é agora de 7,2 meses (216 dias), quando o prazo legal é de 2 meses. De acordo com os dados apurados, 52 autarquias (36%) cumprem os seus compromissos financeiros num prazo inferior a 3 meses. As câmaras de Aguiar da Beira, Amarante, Arouca, Constância, Murtosa, Penedono, Ponte de Lima, São Brás de Alportel, Vila Flor e Vinhais são aquelas que apresentam o melhor prazo médio de pagamento para com as empresas de construção. No grupo dos maiores incumpridores, os que liquidam as suas dívidas a mais de um ano, constituído por 16 municípios (11% do total apurado), incluem-se uma dezena que pagam em média a ma…

Duarte Silva e as infra estruturas

Cenário: Agosto de 2008, Av. do Brasil, zona nobre da cidade da Figueira da Foz.
Quando tenciona o Sr. Presidente Duarte Silva prestar atenção às infra-estruturas base do concelho? Quando é que exigem dos construtores civis o cumprimento das normas de acessibilidade e segurança? Porque é que um simples passeio (e o acesso a um frequentado bar) estão neste lastimável estado? O que pensam os turistas e quem nos visita? Não será importante a segurança dos peões e em particular das crianças?