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Mensagens

Estradas Municipais sem Manutenção

Ontem em Reunião de Câmara apresentámos uma amostra das graves deficiências da infra-estrutura viária na Figueira da Foz. Apenas 0,8% do Orçamento é consagrado à manutenção das vias, num total de pouco mais 200 mil euros. Muito pouco para tantos quilómetros (salvo erro mais de 900 km). O Executivo (PSD) camarário reconheceu que os meios são insuficientes e assim há que recorrer à contratação externa. Tal significa, fechar e abrir concursos, perder imenso tempo e recursos em processos administrativos obrigatórios. Uma solução proposta passaria pela aquisição de meios próprios para as pinturas, com rentabilização dos recursos no seio da Associação de Municípios do Baixo Mondego.
Por enquanto, continuamos a sofrer com a falta de qualidade das vias de comunicação da responsabilidade da autarquia.

Programa Nacional da Política de Ordenamento do Território

Plano de Urbanização - Figueira da Foz

Cerco ao Parque de Campismo
Se a proposta de Revisão do Plano de Urbanização for aprovada, o cerco ao Parque de Campismo irá continuar. O Estádio Municipal passa à disponibilidade i.e. se houver interessados poder-se-á urbanizar o espaço em questão. Mais prédios, maior pressão urbanística sobre uma zona já intensamente ocupada pelo edificado.

Praia de Quiaios

Do blog Caminhadas na Praia de Quiaios surgem críticas, ideias e sugestões interessantes. O autor é um alemão radicado na Praia há alguns anos.

Porém, tem de se alertar que a Praia de Quiaios está com uma grave crise de infraestruturas devido ao facto de haver um péssimo acesso à esta praia pela Figueira da Foz. A estrada que conduz de Buarcos ao longo do Cabo Mondego para a Murtinheira ainda não está alcatroada e em inverno é praticamente intransitável. Mesmo no verão as pessoas têm de fazer uma volta por Quiaios e pela Serra da Boaviagem para chegar à Praia de Quiaios.
A segunda causa que contribui para a quase impossibilidade de manter um estabelecimento comercial aberto nesta praia é a situação de muitas das casa da praia serem utilizadas apenas no verão. Desta forma os estabelecimentos comerciais tornam-se sazonais. Porém, a sazonalidade do comércio não está bem contemplado nas estruturas fiscais de Portugal.
A terceira causa é a falta de estatísticas e de ordenamento - se os comer…

O Urbanismo e o Monstro

"Acredito na vossa capacidade de defender, não apenas o território e o ambiente na Figueira, mas também os direitos constitucionais à informação e à participação.

Precisamos de denunciar a captura de poderes autárquicos e serviços municipais ou estatais por interesse privados especulativos e opacos. Precisamos de fazer ouvir a voz dos cidadãos na defesa da legalidade, da transparência e daquilo a que não posso senão chamar, simplesmente, decência.

Solidarizo-me com a vossa luta. E apelo a que engrossemos as nossas fileiras, através da denúncia de casos que não podem ser branqueados, como este. É preciso que a sociedade portuguesa tome cada vez mais consciência da necessidade de reformar a legislação penal, sancionando comportamentos que não passam de descarados crimes de especulação, abuso urbanístico e destruição do território. Para já não falar na corrupção e no enriquecimento ilícito forjados à sombra da promiscuidade entre autarcas, técnicos, responsáveis de entidades pública…

Evolução da Construção - A Figueira da Foz um caso de estudo 2001 2008

CLICAR AQUI ou na IMAGEM para AMPLIAR (versão revista em 15.11.2008)
Os dados foram por mim compilados com base em informações obtidas junto do Departamento de Urbanismo após requerimento entre ao Sr. Presidente Duarte Silva em Abril de 2008.
O aumento do edificado conduz-nos nos últimos 20 anos conduz-nos a um excesso de alojamentos. Estes ficam abandonados, desqualificados ou simplesmente devolutos criando bairros fantasma, como é o caso do FozVillage em Buarcos.
Segundo o relatório que acompanha a Revisão do Plano de Urbanização, efectuado por uma empresa privada, em 2001 já existiam cerca de 15.000 alojamentos excedentes. Hoje serão mais, cerca de 19.000, dado o fraco crescimento populacional a contracção do mercado imobiliário e last but not the least a fraca qualidade do edificado. São loteamentos feios, sem identidade ou vida própria nem envolventes de qualidade, apenas a proximidade do mar e da Serra os poderá valorizar. Por todos estes factores conjugados a Figueira perde po…

Revisão do Plano de Urbanização - "Não há critérios técnicos....."

A discussão pública do Plano de Urbanização (PU) para a Figueira da Foz continuou nos últimos dois dias, em Tavarede e Buarcos. O Sr. Presidente Duarte Silva a propósito do excesso de construção afirma o que todos sabemos e dizemos "O país (a Figueira da Foz*) não precisa de mais construção nos próximos 100 anos ..."
* - na Cova Gala disse Figueira da Foz, em Tavarede afirma que tinha dito "o país".
No entanto, o Plano prevê exactamente ....muito mais construção. Confrontados com esse aumento planeado das áreas urbanizáveis, os técnicos da CMFF não conseguem fazer as contas, não sabem qual a área bruta projectada nem nos justificam essa necessidade. Isto é , há mercado para tanto apartamento ? A quem se destinam todas as novas construções ? Ninguém sabe, o Presidente Duarte Silva não explica, apenas lança para o ar o estafado argumento da segunda habitação.
A técnica da CMFF, arquitecta paisagística, inquirida sobre os critérios pelos quais se guia o PU na atribui…