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Mensagens

Duarte Silva no Klepsydra

Excerto do post do blog KLEPSYDRA do figueirense Rui Silva, investigador em Bruxelas

Segunda-feira, Fevereiro 16, 2009
O freeport do PSD
É curioso constatar como alguns dos principais dirigentes do PSD que vibram com o caso Freeport, são os mesmos que aprovaram a candidatura de Duarte Silva à câmara da Figueira da Foz. Duarte Silva, recorde-se, está envolvido num processo muito semelhante ao caso Freeport "..."
Nas próximas eleições temo que entre Felgueiras da Foz ou Figueira da Foz, se escolha a primeira, já não tenho grandes ilusões "...."

Água potável e Proposta de Regulamento para os Espaços Verdes Municipais

REGAS COM ÁGUA POTÁVEL
Observa-se com excessiva frequência o desperdício de água potável nas regas efectuadas nos espaços verdes das freguesias urbanas. Especialmente as empresas contratadas exteriormente usam muito mais do que o razoável. Porquê ?
1 - Quem paga a água é a Câmara. Outras Câmaras obrigam as empresas contratadas a pagar a água que consomem.
2 - As empresas contratadas para a conservação e manutenção dos jardins e espaços verdes não têm limites máximos.
3 - A fiscalização por parte da Câmara é ineficaz ou inexistente, não por que os técnicos não saibam dos excessos, mas sim por que os decisores políticos não actuam nem mostram sensibilidade para o assunto.

O consumo de água potável, comprada às Águas da Figueira a 0,76 euros o metro cúbico, é desconhecido. Ou seja, não há controlo, não há objectivos de redução, não há responsabilidade na gestão da rega.
Em Lisboa o projecto GOTAR já permitiu poupanças substanciais de água. Na Figueira da Foz, a dívida não pára de aumentar, ma…

Respeite as árvores

Aproveitamento de Águas Pluviais - Escolas sustentáveis

Na última reunião da CMFF, a 02.02, no projecto de beneficiação/ampliação da Escola do Sobral, na freguesia da Borda do Campo, sugeri-mos (os Vereadores da oposição) que o projecto integrasse soluções de eficiência energetico-ambiental.
Um dos exemplos apontados permitiria poupar água potável através do aproveitamento de água da chuva (pluviais) - ver esquema acima , retirado do site da empresa portuguesa ECODEPUR . Trata-se de um sistema cujo investimento se situa entre os 3.000 e 5.000 euros, num Orçamento total de quase 300.000 euros, e onde só em papeleiras (7) se indicam preços de 700 euros....
Além da mais valia ambiental e económica , a adopção desta tecnologia promove a industria nacional e permite que a Câmara Municipal dê o exemplo, lidere processos de modernização.
A maioria PSD do Executivo mostrou-se pouco receptiva à integração destas medidas, apesar de considerar as propostas. Esperemos que na concretização do mesmo, realmente se pense na modernidade.

Linha do Tua - mais uma barragem

A Linha do Tua está ameaçada pela construção de mais uma barragem. Não só a Linha como também a paisagem e a agricultura da região.
Atendendo aos argumentos abaixo apresentados questiono-me sobre o progresso e respectivo significado. Será isto ? A permanente colonização do território e artificialização da paisagem ? Será que não seria melhor investir na eficiência energética e racionalização dos transportes ? Que país estamos a (des)construir ?
Não haverá valores estéticos a preservar ? Resume-se tudo à produção e consumo de bens ?

Sempre que falo em eficiência energética ao Sr. Presidente Duarte Silva, este remete-se ao silêncio ou adia a resposta "...Estamos a tratar disso...." Desde 1997 que o PSD é incapaz, a nível local, de introduzir uma medida de racionalização energética. Zero vezes zero...Dados os evidentes desperdícios o país produz mais e mais energia, e desperdiça ainda mais, e entramos num ciclo vicioso de mais para mais, sem contudo melhorarmos significativamente …

Desperdiçar menos: o método seguido em Hong Kong

Nas raras vezes que visitei a zona de refeições do Jumbo, deparei-me com o triste espectáculo dos pratos cheios de restos comida. Bifes inteiros deitados ao lixo. Fere-me a vista, custa-me a engolir esta negra realidade do desperdício capitalista de inspiração Ocidental, onde mesmo os menos pobres/ricos se dão ao luxo de estragar tanta comida.
Fiquei espantado quando li a notícia abaixo transcrita, que sumariamente refere as estratégias seguidas em Hong Kong de combate ao desperdício. Quem não come o sushi (e eu adoro sushi) que lhe põem no prato, paga mais...! Solução radical impensável por cá, mas com resultados.

Ler a notícia aqui
Many diners have more food on the plate than they can eat. The Green Student Council, a local environmental group, surveyed one thousand people outside Hong Kong restaurants last year to find out whether food was being wasted. Angus Ho is a member of the group.
"We find that only 13 percent of them can finish everything in their lunch and we find that ab…

Ocupação da costa

Excelente post do António Agostinho no blog OUTRA MARGEM (ler aqui)

A ocupação da costa era feita de forma mais sábia pelos "antigos" (ver este post no ALBUM FIGUEIRENSE)
Investir em estruturas pesadas, fixas e sem mobilidade é um erro. O Mar precisa de espaço. As dunas movem-se. Não podemos construir estradas e parques de estacionamento em cima de dunas. Devemos preservar a costa com areia e praia.
Caso vinguem as políticas da pedra, molhes e defesas de betão (o emparedamento) da costa, então estaremos a alienar todo um inestimável capital natural. E a gastar milhões de euros para defender o nosso comodismo.