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Mensagens

O gasóleo low-cost, marcas brancas, e os testes da DECO

O estudo da DECO sobre os gasóleos "low cost", é pouco rigoroso, demasiado curto e não obedece a critérios validados. Trata-se de um estudo de "curiosos", sem analisar a composição química do gasóleo, as emissões resultantes da combustão, o efeito em veículos mais antigos,...etc. 
Os efeitos do gasóleo de má qualidade (sejam marcas brancas ou não) sentem-se ao fim de muitos meses ou anos, especialmente em carros novos. 
A DECO necessita de ter uma atitude mais científica perante as questões que aborda. Optou neste caso por critérios superficiais, atacando como "o povo" deseja os "grandes interesses" das marcas tradicionais que segundo a DECO vendem "gato por lebre". A DECO deveria, e poderia, ter fundamentado melhor os seus argumentos.

Indico um estudo da U. Aveiro com um link abaixo: 
"A partir dos resultados da cromatografia verificou-se que os grupos predominantes nos três tipos de gasóleos [marcas brancas, marcas convencionai…

Pescado e pescadores na Figueira

Infelizmente os pescadores e o pescado ...estão longe, longe da Figueira.  Raramente os vemos e nunca os sentimos, chama-se a isto desenraizamento. Foto: retirada do facebook

O défice tarifário das Águas de Portugal

O programa BIOSFERA (RTP2, 19h00) de hoje abordou o mercado da água em Portugal. O modelo implementado em 1993, com enormes investimentos e sobredimensionamento, resultou numa enorme dívida da empresa estatal Águas de Portugal: quase 3.000 milhões de dívida bancária. Mais, o desvio tarifário dos últimos anos (ou seja as Águas de Portugal não cobram a água ao preço de custo...) implica um maior aumento do défice. Quem tem coragem para dizer à população que a água deveria ser mais cara ?...
ver contas da empresa pública Águas de Portugal, Contas Águas de Portugal

Alemães contra imigrantes dos países do Sul da Europa - a propaganda do Jornal I e António Ribeiro Ferreira

Há muito tempo que não via uma peça jornalística tão enganadora.  Hoje no jornal I os alemães são confundidos com artigos de jornais (falsos ainda por cima).  O título do jornal é desmentido pelo corpo da notícia, onde se afirma que os "ALEMÃES ACEITAM EMIGRAÇÃO".  Sucederam-se os comentários que desmentem o jornalista António Ribeiro Ferreira do I  "O jornalista [citado por António Ribeiro Ferreira] diz exatamente o contrário do que escreve o articulista do FAZ. Astheimer defende a entrada de trabalhadores do Sul da Europa na Alemanha. O articulista não sabe alemão e desconhece a ética do trabalho jornalístico e a necessidade de confirmar as fontes!" Uma vergonha para o jornal i e nada abonatório para o jornalismo português em geral
http://www.ionline.pt/dinheiro/alemanha-panico-chegada-massa-emigrantes-espanhois#comment-form

Hans-Joachim Futchel e a afronta aos gregos

A propósito dos comentários politicamente incorretos e socialmente inaceitáveis do Secretário de Estado Alemão Hans Futchel (3000 gregos trabalham tanto como 1000 alemães), mesmo que verdadeiros.
Li uma reportagem (no jornal die Welt, set 2012) em que se mostrava um Hans Futchel muito empenhado na retoma da Grécia, a visitar n locais, incentivando os seus compatriotas alemães a comprar e beber vinho grego, consumir azeite,...etc. O Hans Futchel ao contrário do que logo se disse não é "supremacista" alemão. É apenas um suábio (natural do sudoeste da Alemanha) bonacheirão e cheio de humor, mas foi mal intrepretado. O que ele queria dizer é que a Grécia precisa de aumentar a sua produtividade. Mas não compreendeu uma coisa muito básica: os povos do Sul têm horror à crítica aberta e frontal, levam a peito e ofendem-se.  Atenção que ninguém veio desmentir os números do Hans Futchel....
http://www.welt.de/wirtschaft/article109099373/Schwaebischer-Staatssekretaer-gibt-Griechen…