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Mensagens

Barragens e carvão

As barragens, ao contrário do vento e do fotovoltaico, necessitam da regularidade da precipitação para funcionarem (chuva !). Caso não haja chuva, voltamos ao carvão ! (importado com custos financeiros e ambientais muito negativos). E por isso o país deve ao PS, e a José Sócrates, o mal (as barragens sobredimensionadas feitas para absorver a paragem da construção civil) e o bem, um investimento positivo em eólicas e nalguma microgeração fotovoltaica e térmica.
ver mais aqui Ambiente Online

Desinvestimento do Governo nas Energias Renováveis

O Governo continua a desinvestir nas energias renováveis, terminando com programas (Solar Térmico) de grande sucesso e reduzindo outros (Fotovoltaico) de grande interesse para as famílias aforradoras.
Muita gente quando fala de energias renováveis pensa somente nas Eólias e na Cogeração (biomassa, queima de resíduos). Mas, há outras formas de produção eficiente de energia que diminuem significativamente a dependência do país do petróleo (e carvão, vindo da África do Sul), incluindo os painéis solares térmicos e fotovoltaicos. 

Citando a APISOLAR "A Revisão do Plano Nacional de Acção para as Energias Renováveis, ainda em curso, deixa antever uma quebra de mais de metade no mercado de geração de energia solar fotovoltaica em regime e produção especial, relativamente à estratégia da anterior Governo. No documento submetido a consulta pública, em Junho, pode ler-se que, à semelhança das outras fontes produtoras em regime especial, na electricidade solar estão suspensos novos com…

Faltam vigilantes e investimento sério na Proteção do Ambiente

Tal como refere a LPN aqui o Estado em 2013 persiste no erro: não investe na prevenção (deteção precoce de incêndios, proteção da biodiversidade,...), ignorando a necessidade de mais vigilantes e meios humanos no terreno.
Há uma redução de 18,9% nos gastos de funcionamento com receitas gerais do Ministério da Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território, assim como de 29,3% de investimento nacional e de 27,1% de investimento comunitário. Como a LPN já referiu a política do “mais por menos” para a Conservação da Natureza é uma receita perigosíssima. Os custos da destruição da Natureza e de aumento da degradação do meio ambiente facilitado por esta "poupança" poderão ser incomportáveis para as gerações futuras! Como exemplo demonstrativo, é de referir a situação actual em termos de vigilantes da Natureza: - Não há um único vigilante para 20 sítios classificados, monumentos, paisagens protegidas e reservas naturais pertencentes à Rede; - Existem 183 vigilantes da…

A queda da nataliade como fator de desenvolvimento

Ao contrário do que pensa a maioria, o queda da natalidade e a diminuição da população podem ser vistas como fatores positivos a longo prazo. Menos gente, menos problemas ambientais, maior capacidade de proporcionar a cada um padrão digno. Crescer e sempre crescer é um imperativo do mundo ocidental no qual eu não me revejo. Não estou sozinho, mas neste caso sou profundamente politicamente incorreto.
a propósito da notícia seguinte
http://www.publico.pt/sociedade/noticia/houve-mais-16-mil-funerais-do-que-partos-so-no-primeiro-semestre-1578712
e para mais dados visitar o site
Population Matters
http://www.populationmatters.org/

Carpas mortas na Lagoa da Vela

A Lagoa da Vela está a sujeita a vários tipos de pressão humana. Desde os fertilizantes e pesticidas usados na agricultura (mesmo a de subsistência) que escorrem para as Lagoas até à extração de águas via furos particulares.
As duas toneladas de carpas mortas retiradas nos últimos dias (dez 2012) das águas da Lagoa da Vela mostram que os problemas detetados há vários anos têm vindo a agravar-se.

"A Lagoa da Vela é um pequeno lago que constutui um afloramento do lençol freático. Situada nas areias muito permeáveis da faixa litoral Ocidental da zona centro de Portugal, nesta bacia drenante a recarga do aquífero freático é efectuada directamente por infiltração da água da chuva no solo;"..." A pressão antropogénica sobre estes recursos ter-se-à intensificado quando se generalizou a utilização de fertilizantesquímicos, a par com o crescimento da produção animal e o abandono da prática da colheita de plantas aquáticas nas lagoas, a proliferação de fossas sépticas e o increme…

Demissões no Ministério do Ambiente

"A Quercus considera que a IGAMAOT e os outros departamentos do Estado responsáveis pela fiscalização ambiental são fundamentais para o desenvolvimento da economia, pois ao atuarem com eficiência vão impedir a atividade de empresas ilegais que têm vindo a proliferar no País e que não contribuem de forma relevante para as receitas do Estado, mas apenas degradam o Ambiente e levam as empresas cumpridoras à falência. 
Considera também que é tempo dos responsáveis políticos entenderem que com uma adequada fiscalização e uma resposta eficaz às denúncias dos cidadãos, ganha o Ambiente, mas também ganha a economia, o emprego e as contas públicas."

Comunicado da Quercus
Lisboa, 19 de Dezembro de 2012
A Direção Nacional da Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza

Salas de aulas e a prevalência de crianças asmáticas

A propósito da notícia do jornal Público sobre a relação entre as crianças asmáticas e a falta de ventilação nas salas de aulas.
A maioria dos pais não têm a consciência da ventilação nas salas de aulas. Os projetistas (arquitectos e engenheiros) também mostram uma enorme falta de preparação técnica para resolver os problemas de ventilação.