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Mensagens

Acumulação de Plástico no Fundo do Oceano Ártico

Segundo um estudo recente (2012) publicado na site da União Europeia dedicado à Ciência e Ambiente, o fundo do Ártico tem o agora muito mais resíduos de plástico do que tinha há 10 anos atrás. Estima-se ainda que quase 10% do plástico produzido a nível mundial vá parar aos mares, degradando-se aí em partículas quase invisíveis.
Os problemas associados à presença de plásticos nos Oceanos são inúmeros, desde a redução dos níveis de O2, aumento da atividade bacteriana até ao estrangulamento de tartarugas, aves, peixes,...etc.
O artigo refere ainda Lisboa: numa falha marítima junto à cidade , registaram-se 6 600 partículas por quilómetro quadrado...impressionante.

Carta ao Conselho de Opinião da RTP - programa BIOSFERA

Exmos. Srs,
Conselho de Opinião da RTP


Venho dar nota do nosso descontentamento perante o desprezo a que a RTP votou o programa BIOSFERA na nova grelha.
Um programa de verdadeiro serviço público é relegado para um horário menor (3ª feira, 15h30). Trata-de do único programa na RTP dedicado a questões ambientais, i.e. a qualidade do ar que respiramos e da água que bebemos. Contudo, a RTP nega-se a promover a cidadania ambiental "made in Portugal" preferindo dar o horário nobre ao "estafado" National Geographic, disponível no Cabo.

Cumprimentos,
João Vaz

Subsídios a combustíveis fósseis em Portugal

A procura de informação relevante sobre os subsídios aos combustíveis fósseis esbarra muitas vezes nas limitações impostas por Governos e Instituições. No caso concreto, o Governo Português não tem informação específica sobre este aspeto. E mesmo a OCDE num estudo que realizou (ver aqui  ) sobre este tema não apresenta valores sobre Portugal . OECD “Inventory of estimated budgetary support and tax expenditures for fossil fuels”: “The country coverage is also incomplete. Time and resource constraints meant that the inventory was not able to include Austria, Greece, Portugal, Czech Republic, Denmark, Estonia, Finland, Slovak Republic, Slovenia, and Switzerland.

Barragens e carvão

As barragens, ao contrário do vento e do fotovoltaico, necessitam da regularidade da precipitação para funcionarem (chuva !). Caso não haja chuva, voltamos ao carvão ! (importado com custos financeiros e ambientais muito negativos). E por isso o país deve ao PS, e a José Sócrates, o mal (as barragens sobredimensionadas feitas para absorver a paragem da construção civil) e o bem, um investimento positivo em eólicas e nalguma microgeração fotovoltaica e térmica.
ver mais aqui Ambiente Online

Desinvestimento do Governo nas Energias Renováveis

O Governo continua a desinvestir nas energias renováveis, terminando com programas (Solar Térmico) de grande sucesso e reduzindo outros (Fotovoltaico) de grande interesse para as famílias aforradoras.
Muita gente quando fala de energias renováveis pensa somente nas Eólias e na Cogeração (biomassa, queima de resíduos). Mas, há outras formas de produção eficiente de energia que diminuem significativamente a dependência do país do petróleo (e carvão, vindo da África do Sul), incluindo os painéis solares térmicos e fotovoltaicos. 

Citando a APISOLAR "A Revisão do Plano Nacional de Acção para as Energias Renováveis, ainda em curso, deixa antever uma quebra de mais de metade no mercado de geração de energia solar fotovoltaica em regime e produção especial, relativamente à estratégia da anterior Governo. No documento submetido a consulta pública, em Junho, pode ler-se que, à semelhança das outras fontes produtoras em regime especial, na electricidade solar estão suspensos novos com…

Faltam vigilantes e investimento sério na Proteção do Ambiente

Tal como refere a LPN aqui o Estado em 2013 persiste no erro: não investe na prevenção (deteção precoce de incêndios, proteção da biodiversidade,...), ignorando a necessidade de mais vigilantes e meios humanos no terreno.
Há uma redução de 18,9% nos gastos de funcionamento com receitas gerais do Ministério da Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território, assim como de 29,3% de investimento nacional e de 27,1% de investimento comunitário. Como a LPN já referiu a política do “mais por menos” para a Conservação da Natureza é uma receita perigosíssima. Os custos da destruição da Natureza e de aumento da degradação do meio ambiente facilitado por esta "poupança" poderão ser incomportáveis para as gerações futuras! Como exemplo demonstrativo, é de referir a situação actual em termos de vigilantes da Natureza: - Não há um único vigilante para 20 sítios classificados, monumentos, paisagens protegidas e reservas naturais pertencentes à Rede; - Existem 183 vigilantes da…