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Mensagens

A cidade "oKupada" pelos carros

https://photos.app.goo.gl/YBa6NGY9W6g2o8dp1

Além do desleixo insuportável na manutenção dos arruamentos, a fotografia sugere ainda o "vandalismo" de automobilistas capazes de estacionar em qualquer lado (no caso para não pagar à Figueira Parques). Seria fácil limitar o parque e impedir que  os vândalos ao volante se aproveitassem dos "buracos estruturais". A Figueira "merece mais e melhor".


Lixo Marinho - Exposição na Figueira da Foz

https://www.youtube.com/watch?v=vY7unpPBE7g

Ver a reportagem sobre sobre a seguinte exposição na Figueira
18 setembro´17 a  março´18
Local: Núcleo Museológico do Mar  Entrada:  Livre
 "A Era do Lixo Marinho” pretende sensibilizar a população em geral para o problema atual do lixo marinho, em particular os resíduos de plástico, que constituem mais de 80% do lixo presente nos ecossistemas marinhos.
Através de objetos recolhidos em praias e imagens bem reveladoras da realidade, são colocadas várias questões ao visitante: O que é o lixo marinho? De onde vem? Quais os perigos para o Homem? Que medidas estão a ser tomadas para reduzir este grave problema?
Organizada pelo MARE - Universidade de Coimbra | MAREFOZ, Ecogestus, Lda., APLM (Assoc. Port. do Lixo Marinho) e Núcleo Museológico do Mar.


Poluição luminosa na Figueira da Foz em Portugal e ...no resto do mundo

Após um período de racionalização de custos e melhoria da iluminação pública (LED, desligar o que não fazia falta) voltámos ao "antigamente". A Câmara Municipal da Figueira da Foz quando substituiu as lâmpadas das luminárias da "minha rua" colocou mais potência, usando uma tecnologia ultrapassada - vapor de sódio. Ou seja, continuamos a não ter gestão de energia nem "redução das emissões de CO2", e muito menos a vereação presta atenção aos fatores ambientais. A poluição luminosa é uma realidade. Os cientistas alertam, e nós sofremos na pela esse exagero de luz noturna, para os efeitos negativos da má iluminação.
Abaixo um "recorte de jornal". 



"O ecologista Franz Hölker, do Instituto para a Ecologia da Água Doce e da Pesca Fluvial, em Leibniz, salientou que a poluição luminosa tem consequências ecológicas, com os ciclos de luz natural a serem interrompidos pela luz artificial introduzida no ambiente nocturno. Explicou, por exemplo, que o au…

O mundo maravilhoso do eucalipto

Em terra de celuloses é difícil escrever sobre o eucalipto e a sua estreita relação com o número e violência dos incêndios.
A negação pura e dura dos efeitos nefastos do eucalipto, enquanto espécie invasora plantada em quantidades excessivas, torna-se mais fácil do que debater serenamente as formas de contrariar esta "invasão".
Contudo, a CELPA - organismo que defende os interesses das celuloses , faz o oposto, vem a público afirmar que o "eucalipto" não contribui para o problema dos incêndios e do desequilíbrio ecológico do país. Pelo contrário o país precisa de mais eucaliptos, ordenados e sem matos, propriedades bem limpas. Até podemos concordar com a necessidade de ordenamento, mas para isso vai ser preciso arrancar muito eucaliptal, muita coisa que está mal. E como fazer isso ? Um desafio enorme de que pouco se fala.

Bastará olhar para o que os outros escrevem sobre nós-
aqui e aqui...
POLITICO
http://www.politico.eu/article/portugal-fire-eucalyptus-killer-fore…

Debate sobre o PDM na Figueira da Foz e o anterior Plano de Urbanização (2008)

A Figueira precisa de um debate sério sobre o PDM em revisão.
Trata-se de uma oportunidade única de rever conceitos ultrapassados.

Deixo aqui a crítica que fizemos em 2008 (vereadores do PS, na altura na oposição) à tentativa de revisão do Plano de Urbanização. A maioria das críticas de então continuam atuais.

Carregar no link
https://1drv.ms/b/s!AuNjr_Nu-ITXhtpUVRbvHtJIDf3WBA

Artigo sobre o PDM - 1

O PDM sou eu e…os meus filhos
O PDM é um instrumento demasiado importante para ficar só nas mãos dos técnicos e políticos. Uns e outros tendem a pensar que o “PDM sou eu”, e querem zonas de expansão urbana (“para os filhos”) onde há espaços agrícolas. O PDM merece um amplo debate público mesmo que seja contaminado pelas pretensões individuais de valorização fundiária.
O debate começa mal, dado que é difícil a leitura do relatório e do regulamento do PDM. Os objetivos concretos da revisão do PDM são pouco evidentes. Falta um “resumo executivo”. O relatório perde-se em muitas estatísticas, quadros e tabelas. São 17 maçadoras páginas de “indicadores demográficos” . Faltam conclusões: “a população estagnou, o número de casas aumentou exponencialmente, há milhares de edifícios em ruína num país endividado e sem capital próprio”.
A Câmara tem razão, na teoria: “redefinem-se os aglomerados tendo em conta o que existe já construído no território, evitando a continuação da dispersão do edificado”…