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Mensagens

Herbicidas na Figueira da Foz - Carta à Câmara Municipal da Figueira da Foz

CARTA enviada à Câmara Municipal da Figueira da Foz
O problema dos herbicidas (glifosato) e seu uso no espaço público.

1. Os avisos são colocados em locais de pouca visibilidade e não apresentam informação específica quanto aos riscos e perigos.

2. Há vários estudos - ver referência abaixo - que indicam que o controlo de infestantes com aplicação de herbicida de síntese à base de glifosato pode  provocar alterações nefastas na saúde. 
A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera que  "o glifosato é um herbicida genotóxico (com efeitos negativos para o ADN) e “provavelmente” carcinogénico"
(ver mais aqui https://www.publico.pt/2017/11/27/ciencia/perguntaserespostas/o-que-e-o-herbicida-1794123
Contudo, a Câmara Municipal da Figueira da Foz contínua a usar glifosato, apesar dos evidentes riscos para a nossa saúde.

3. Houve aplicação de herbicidas junto a Escolas, algo que é desaconselhado e proibido pelo Decreto-Lei n.º 35/2017

4. Existem várias alternativas à aplicação de …

Passeios na Figueira da Foz

Os passeios continuam como sempre tortos, estreitos, sem continuidade. Na Figueira da Foz, o peºao não conta, não tem direitos. (Rua do QuarteL; Rua D Maria)

Uso de herbicidas na freguesia de Buarcos - São Julião

Uso de herbicidas

Após longos debates na comunicação social sobre a toxicidade e os problemas do uso de herbicidas, chego à conclusão que os autarcas locais estão mal informados...ou simplesmente não querem saber da saúde pública para nada.
Na minha freguesia continua a usar-se, e a abusar-se, como mostra a fotografia abaixo do "glifosato"- Sem aviso prévio.
Neste âmbito enviei uma mensagem à Junta de Freguesia - aguardo a resposta.
Fontes de informação sobre os perigos do glifosato:

http://www.quercus.pt/campanhas/campanhas/autarquias-sem-glifosato/3947-mapa-de-autarquias-sem-glifosato


Indústria no Vale e no Pinhal - Figueira da Foz

Indústria no Vale e no Pinhal
Dificilmente se explica a organização territorial do concelho da Figueira da Foz. Porque não existe. O mais elementar respeito pelos valores naturais e paisagísticos continua tantas vezes ausente das decisões de quem autoriza. O planeamento do território é ainda essencial para a mitigação e combate às alterações climáticas. Redução da necessidade das deslocações de automóvel e optimização do transporte de mercadorias, por exemplo. Vem este intróito a propósito da abertura de novos processos de localização de zonas industriais no concelho. Criação de duas novas, Vale de Murta, Pinhal da Gândara e ainda uma pequena expansão da atual zona industrial na Gala. Como se diz em inglês, as duas primeiras zonas são um “greenfield”: arrasa-se tudo que lá esteja, árvores, arbustos, animais, culturas agrícolas, nivelando o “vale” (o que custará milhões) tanto quanto possível e criando infraestruturas (arruamentos, iluminação pública, esgotos, águas,….). E aqui surge…

A invasão dos supermercados

A invasão dos supermercados
Subitamente, supermercados e médias superfícies “descobriram” a Figueira. Em menos de dois anos foram licenciados mais espaços que nos 15 anos anteriores. A reverência perante os supermercados levou mesmo à criação de rotundas (mal desenhada e em via dupla) para os servir, além de estacionamento dedicado, destruindo um espaço verde na zona do Alto Forno. Os supermercados são quem mais ordena! E alguns estão às moscas… A Câmara alega que aprova os projetos de “supermercados” porque é obrigada pelas “leis da concorrência da União Europeia”. Não é verdade, a Câmara tem meios para impedir o “licenciamento dos supermercados”, tal como previsto no art. 24º do  REGIME JURÍDICO DA URBANIZAÇÃO E EDIFICAÇÃO (RJUE) quando “comprovadamente, [o projeto constitui] uma sobrecarga incomportável para as infraestruturas existentes”.
A Câmara teve ainda oportunidade através da revisão do PDM – Plano Diretor Municipal (aprovado em 2017) em impedir tanta desordem, mas não o fez. F…

Supermercados a mais e em zona sensível

https://outramargem-visor.blogspot.pt/2017/12/a-proposito-da-mercearia.html

Tal como António Agostinho descreve no seu blog, a CMFF esteve mal na avaliação das licenças dos supermercados.

Contrariamente ao que acontece em outros países (Itália, perguntem à SONAE quanto paga ao Município pelo seu estacionamento "privado") os contratos com grandes superfícies deveriam obrigar a que cada lugar de estacionamento pagasse uma tarifa.
Isto em prol da "igualdade" perante o comércio local, cujos clientes têm que pagar estacionamento.