28.8.16

Novo supermercado na Figueira da Foz

Apesar dos anúncios sucessivos de fecho de grandes superfícies e supermercados, eis que vão abrir mais unidades. Junto ao "Bairro da CELBI" um terreno foi "planado" para esse fim.
Afinal há crise no retalho ou não há? E o poder de compra , como está ? Uma cidade de 30 mil habitantes consegue sustentar uma dúzia de grandes supermercados ?
 
 

Novo supermercado da Figueira da Foz



 

20.8.16

"O presidente não anda a pé" ou a Câmara Municipal da Figueira da Foz pinta meias passadeiras

Tal como se pode ler no blog OUTRA MARGEM de António Agostinho, na minha crónica de hoje nas BEIRAS, assumo a crítica: o presidente da Câmara Municipal , dr. João Ataíde, não anda a pé.

No mesmo blog constata-se é possível observar que as os peões (ver aqui http://outramargem-visor.blogspot.pt/2016/08/continuacao-da-serie-actualmente-em.html) não merecem atenção do presidente nem dos técnicos. Caminhar neste concelho é difícil, tudo é pensado unicamente para os automóveis por pessoas fechadas em gabinestes, cujo contacto com o mundo exterior parece limitado. E quer desempenhem bem ou mal a sua missão, recebem sempre o mesmo salário. Por isso, sem exigência dos decisores, os "executores" (funcionários, técnicos) fazem os "caminhos para peões" como sempre fizeram: mal.

18.7.16

Os planos de mobilidade...que ficam no papel

http://www.paulateles.pt/projecto?id=114

Mobilidade Suave - o mau exemplo da Figueira da Foz

Na Figueira da Foz continua a fazer-se obra sem ligar às Normas Técnicas e aos direitos dos peões. Basicamente, tudo na mesma como dantes, um desleixo evidente, a incompetência técnica o desdém pela modernidade.
Merecíamos outro tipo de engenheiros e decisores.
Os passeios à entrada da Figueira mantiveram o mesmo perfil, estreitos e com obstáculos. Apesar da obra a partir do Armazém da Câmara (debaixo da ponte) desaparecem os passeios, apesar de existirem casas e pessoas a servir. Portanto, sempre que ouvir a palavra "Mobilidade" e "Câmara Municipal da Figueira da Foz" sei que se trata de mera propaganda a realidade desdiz todas as boas intenções dos responsáveis pelo espaço público.
E havia muito espaço para fazer "boa obra". Faltou o resto, vontade, técnica e bom senso, ficou a incompetência e o atraso estrutural.

acesso entrada na Figueira da Foz


5.7.16

Espaços públicos medíocres - Passadeiras sem segurança

 Excerto de uma entrevista em 2010 do presidente da Autoridade Nacional da Segurança Rodoviária. Em tudo atual, tendo infelizmente o apelo às Câmaras Municipais sido em vão. Pelo menos na região centro são raras as Câmaras que investem seriamente na prevenção rodoviária.

Entre Janeiro e Março foram atropeladas em passadeiras 310 pessoas. Como é possível?
Isso pode querer dizer que ou as passadeiras não estão correctamente colocadas, ou os peões ou os condutores não respeitaram a passadeira. O peão só tem prioridade sobre o veículo, quando já está a atravessar.  Não é aceitável existir um número de acidentes graves tão elevado como hoje existe em meio urbano. 
E os atropelamentos têm aí uma expressão muito grande. Praticamente metade das vítimas de acidentes morrem dentro das localidades. 
O que é normal na União Europeia é essa percentagem rondar os 30 ou 35 por cento. Em Janeiro, e segundo o novo indicador de apuramento de sinistralidade rodoviária - que inclui as mortes que
ocorrem no mês seguinte ao acidente -, das 83 mortes registadas 23 eram peões. 
É um número demasiado elevado.
 Com a população a envelhecer não se vê uma política de
segurança virada para a terceira idade..
.
As cidades alteraram-se para se adaptarem ao automóvel, alargando faixas
de rodagem e criando estacionamento - por vezes até ao ponto de se
esquecerem das pessoas. Por questões ambientais e de segurança
rodoviária temos agora de fazer o caminho inverso. Até aqui foram
inauguradas pelos municípios obras muito apetecíveis - escolas, pavilhões
desportivos, bibliotecas. Mas há muitas escolas que não têm passeios para
lá chegar e onde a sinalização praticamente não existe ou está mal
colocada. As cidades não têm acompanhado o esforço de prevenção feito
ao longo destes anos na rede rodoviária nacional. As autarquias deviam
dedicar a próxima década a fazer passeios para peões, embora a sua
inauguração não seja tão apelativa.

Passeios estreitos e passadeiras sem segurança no centro de Buarcos





18.6.16

Obras de Verão em Buarcos

As obras atrasaram. Apesar das promessas da Câmara Municipal da Figueira da Foz as acessibilidades às praias, Buarcos e Figueira da Foz, não estão operacionais.
Há ainda muitas dúvidas quanto à qualidade e funcionalidade dos arranjos.

Elementos fixos ao nível da areia sujeitos a serem elementos submersos pela areia? Tábuas de madeira nos passadiços ?

Sobressai ainda a falta de organização na obra, estando espalhados materiais e lixo um pouco por todo o lado. Sinalização das obras ? Não é visível. Tábuas com pregos não faltam.

Verão 2016



17.6.16

Na Figueira da Foz não gostam de flores nem de pirilampos

O espaço estava assim, cheio de flores e com vida, até pirilampos tínhamos à noite

 
e ficou assim, após a passagem dos jardineiros pagos pela Câmara Municipal da Figueira da Foz
 
 
 

3.6.16

Falta sensibilização sobre o Lixo nas Praias do concelho da Figueira

As praias estão sujas. Há muito lixo. Especialmente no inverno.
A sensibilização para o problema do lixo no mar e nas praias é quase nula. São poucos e pequenos os cartazes que alertam para o desafio, como evitar que o mar seja um caixote do lixo.
(é incrível a quantidade de cotonetes, garrafas de água, embalagens de detergentes, cartuchos da caça,...que aparecem no areal)

No verão surgem senhores e senhoras contratados para todos os dias removerem o lixo do areal. Removem tudo, até as algas que não são lixo.

A razão para a limpeza sazonal é uma só: estética e para naturalmente "agradar o banhista". O que é "normal" mas poderia ser diferente. A limpeza deveria ser mais frequente e eficaz. Interessa acima de tudo retirar o plástico que é efetivamente o agente mais poluidor de todos, e o mais persistente.



2.6.16

O mar na Cova Gala e a casa em cima da duna

É sempre agradável ir à Cova Gala e  percorrer a beira mar.
A surpresa surgiu pelas obras na casa construída em cima da duna. Há muito tempo que aquele "monstro" deveria ter sido demolido e retirado da linha de costa. Contudo, as autoridades parecem alheadas destes "detalhes" e pactuam com atentados ao urbanismo e à paisagem natural.





29.5.16

23.5.16

Os plásticos nas nossas praias

Desde a década de 70 que os cientistas afirmam que os "microplásticos" são um problema para os Oceanos. Em Portugal há poucos estudos, mas confirmam isso mesmo: um sério desafio.

Aqui pela Figueira vamos ter mais uma "campanha pontual" para limpar a praia de Quiaios.  Os dados recolhidos irão também integrar a Campanha Marine Litter Watch da Agência Europeia do Ambiente.

Contudo, falta o essencial, a limpeza sistemática (especialmente de Outubro a Abril, quando há mais plásticos na areia) das praias, usando máquinas e mão-de-obra local. O maior desafio seria localmente transformar estes plásticos (e outro lixo exótico) em artesanato e objetos com valor.

A Câmara Municipal da Figueira Foz limpa as praias no verão, somente as concessionadas ou muito frequentadas. No resto do ano não há preocupação séria com este assunto.
O mesmo relativamente às águas pluviais, pouco se faz para evitar que os plásticos entrem nos "boeiros", sendo o destino desse lixo o mar.
Há tanto para fazer!
No deitar lixo, será levado para o mar !

Propaganda da Câmara Municipal da Figueira da Foz

Apesar da "propaganda oficial" exaltando a renovação do pavimento em várias freguesias do concelho municipal, a fotografia não engana.
As alterações estruturais limitam-se à superfície, o desenho da infraestrutura não foi alterado. Continua tudo como estava, passeios estreitos e desnivelados, grande largura de via sem zonas de acalmia nem atravessamento seguro. Portanto, as obras mostram desprezo pelo dinheiro do contribuintes e assumem-se como "propaganda eleitoral" dada a "pressa com que estão a ser feiras". Nem sequer a estrada foi marcada, já surge a fotografia a "mostrar obra".

Chama-se a isto ausência de visão e falta de urbanidade.

ver a propaganda original aqui, fonte da fotografia: http://www.figueiranahora.com/politica/municipio-da-figueira-da-foz-requalifica-rede-viaria-do-concelho

É permitido estacionar em cima do passeio

Vive-se um clima de impunidade na Figueira da Foz.
Estacionar em cima do passeio ? Não faz mal. A polícia parece pouca atenta, tantos são os condutores que estacionam em cima do passeio, obstruindo a passagem dos peões.


Estacionar em cima do passeio na Figueira da Foz

21.5.16

Os aspersores a destruir a Muralha de Buarcos

Subscrevendo as palavras de Luís Carlos, um figueirense que percorre a cidade a pé.

"Hoje qual é o meu espanto,que depois de umas obras feitas no local,que não sei se o DGPC-Direcção Geral Património Cultural,teve conhecimento,puseram uns tapetes de relva para substituir a relva que estragaram nas obras,e colocaram aspersores para a rega da mesma.Mas,hoje ás 18h30m,o sistema de rega estava ligado e deu para ver o acto de vandalismo e criminoso que se está a passar outra vez.
Os aspersores estão a"regar"a muralha e com isso a fazer buracos numa coisa que tem 500 anos,faz parte da nossa história, da nossa cidade,da nossa cultura e do nosso turismo,mas acima de tudo,que foi requalificada recentemente,com o nosso dinheiro.Será que a DGPC tem conhecimento do que se passa?Quem se responsabiliza?
Quem autorizou?Quem vistoriou?Além destas perguntas,o sistema está tão mau que além de buracos na muralha,larga água para os passeios e estrada,gastando mais uma vez o nosso dinheiro."


Aspersores para relva em Buarcos



Artigo - "Ausência de diálogo"

Artigo publicado hoje no diário "AS BEIRAS"
Ausência de diálogo - artigo publicado AS BEIRAS 20.05.2016

19.5.16

Árvores da Figueira da Foz

Adicionar legenda

Os caminhos de Buarcos, entre os erros do passado e do presente

Caminhar em Buarcos hoje, ou anos 80, é quase a mesma coisa. Os passeios são estreitos, a paisagem cheia de obstáculos, funcionais e visuais. O esforço para melhorar o "espaço público" é nulo. Árvores e cortinas arbóreas ? Não há. Alargamento e melhoria da qualidade do piso dos passeios ? Ciclovias integradas e contínuas ? Não existem.
Persiste pela parte da Câmara Municipal da Figueira da Foz, e dos decisores políticos e técnicos, uma incapacidade enorme em sentir o espaço físico que os rodeia.
A opinião pública enquanto força de mudança, e pressão, é quase invisível e está cingida a uns quantos que se distinguem pela luta contra o imobilismo.

As obras abaixo ilustram isso mesmo, nova relva para o espaço entre o passeio e as muralhas, buracos e tubos novos, mas nem um milímetro se mexeu no essencial: a melhoria do espaço público, lá continuam os horríveis postes de iluminação plantados no meio do passeio. O passeio mais concorrido e valioso da cidade é recortado, entre o betão esburacado, a deformada calçada à portuguesa e uma "estreiteza" na dimensão do caminho.

Passeios em Buarcos: falta requalificar, modernizar e "pedonalizar"

poste ao meio do passeio

O bico da muralha e a trigonometria falhada pelo autor do desenho do passeio


18.5.16

Tudo na mesma : ainda as obras em Buarcos

Após 6 semanas de início das obras de "requalificação " (só mais asfalto) no coração de Buarcos, e tudo está como estava. Aliás está pior, faltam as marcações, o estacionamento ainda é mais caótico.
As obras preconizadas pela Câmara Municipal da Figueira da Foz são um fiasco. Dinheiro mal gasto.


PCP defende o grande capital e vota contra a proibição do glifosato em meio urbano

http://observador.pt/2016/05/18/pcp-psd-e-cds-chumba-proposta-da-esquerda-contra-utilizacao-de-glifosato/

A ficção ultrapassa a realidade: o PCP aliado à direita (PSD, CDS) a votar pelo uso de um herbicida perigoso e que rende milhares de milhões ao grande capital (MONSANTO).
Ou seja, o PCP mostra a sua verdadeira face. Um partido conservador, retrógrado e que se está nas tintas para a saúde dos portugueses.

18.4.16

A não inclusão das pessoas

As obras recentes em Buarcos mostram um desprezo pelos cidadãos. Quem tem dificuldade em aceder a pé à Padaria, Correios, Farmácia, Banco, Centro de Saúde,...continua na mesma. Em 2016 é inadmissível que a Lei das Acessibilidades (DL163/2006) seja ignorada pela Câmara Municipal.

Deixo o seguinte texto sobre o assunto.

Por mais que se apregoem ideais de inclusão, a verdade é que a cidade fala por si: persistem os espaços que estão ao alcance só de uns e onde não se verifica o cumprimento de regras básicas que garantam a inclusão de todos, levando os indivíduos com mobilidade condicionada a sentirem-se, de forma mais ou menos direta, excluídos.
Existe a sensação de uma cidade construída para quem não tem limitações de mobilidade, o que implica que quem as tem precisa constantemente de encontrar mecanismos para se adaptar. Esta lógica segrega quem vive com mobilidade condicionada, num complexo processo de desigualdade e de desrespeito pelo outro. 
A sensação de que se vive estigmatizado reforça-se num circular quotidiano por uma cidade repleta de barreiras, onde, por exemplo, é raro encontrarem-se outras pessoas em cadeira de rodas.

https://lisboainacessivel.wordpress.com/

acessibilidades em Buarcos



16.4.16

O traçado da A17 e os erros na construção das acessibilidades à Figueira da Foz

A17 deveria passar pela Figueira, tal como estava delineado inicialmente.
No mapa de 2005 a ligação da A17 ao norte do rio Mondego era feita pela ponte Edgar Cardoso. Tinha todo o sentido, ligaria a indústria ao porto comercial.
Adicionalmente não seria necessário construir mais uma ponte (em Lares).
Mas, o erro prevaleceu, e agora temos um A17 que não serve a indústria nem os utilizadores frequentes, por ser muito cara.




15.4.16

As más obras em Buarcos: vai ficar tudo na mesma

As Obras em curso no centro cívico de Buarcos são um fiasco.
Um nódoa negra da atual governação da Câmara Municipal.

 Asfaltar por si só, em 2016, não chega. O caos do estacionamento em frente ao Ovo, os passeios estreitos e em mau estado, as entradas e saídas perigosas da Rua R Cantarinhas, ..etc, tudo isso vai continuar como estava. 
As atuais obras são medíocres e mostram falta de visão.


2.4.16

Acessibilidades - passeios que não são passeios na Figueira da Foz

Infelizmente, como a fotografia abaixo mostra, na Figueira da Foz as acessibilidades continuam a ser construídas sem qualidade: passeios que não são passeios, obras que não atendem às necessidades dos mais vulneráveis.
Choca-me, entristece-me e dá-me um nó no estômago pensar que tantos engenheiros e arquitetos na Câmara continuem a fazer mais do mesmo, e a pactuar com a mediocridade.

Centenas de milhares de euros gastos nos últimos anos para manter o que já estava mal feito: passeios estreitos e desalinhados, materiais de má qualidade, triângulos viários que são um convite ao estacionamento ilegal e várias outras pseudo soluções.

A cidade merecia mais. Os nossos impostos deveriam ter quem os gastasse de forma eficaz. Mas, sucede o oposto, dinheiro muito mal investido, cidadãos descontentes e obras municipais que perpetuam o atraso da Figueira da Foz nesta matéria.

27.3.16

Águas da Figueira - Estação de Tratamento

ETA Figueira da Foz

Estação de Tratamento de Águas da Figueira da Foz. Vila Verde. Quatro trabalhadores tratam cerca de 900 000 litros de água por dia. No Verão é mais.
A água é proveniente do rio Mondego, captada a montante de Coimbra.
Eu bebo água da torneira. Todos os dias. Há mais de 40 anos...

25.1.16

Ainda o coberto vegetal e as obras municipais

Na rua das Cantarinhas iniciaram as obras de requalificação do passeio.
Eliminaram a vegetação, sem necessidade. Arbustos e árvores foram desconsiderados. Mentalidades.
Ficaram uns troncos que irão secar ou crescer atrofiados.