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Mensagens

Árvores mortas na Figueira da Foz - após poda camarária

Árvores desrespeitadas As árvores abatem-se na Figueira da Foz, por vezes de forma lenta.
Podam-se mal, e depois morrem.
 Parece que até dá jeito que assim seja: desimpedem os passeios, as folhas deixam de cair no chão, há mais espaço para estacionamento e menos queixas dos moradores (as árvores são fonte de queixas, há uma minoria ruidosa que acha que podemos viver sem árvores).

Exemplo disso mesmo são algumas árvores da Av Saraiva de Carvalho - estão mortas! - mas há muito mais por todo o concelho.


Mensagens recentes

Plásticos e mais plásticos descartáveis nas festas da Figueira da Foz

Há anos que lutamos por um mundo menos poluído. Menos plásticos descartáveis fazem parte desse esforço, reduzir ao máximo, sempre que possível.
As autoridades locais podem e devem desempenhar um papel chave nesta mudança. As festas locais, as sardinhadas e eventos, são iniciativas onde se descartam centenas de milhares de copos, pratos e talheres de plástico. Porquê? Porque é mais fácil, é tradição e os gestores dos eventos não são impelidos a fazer melhor, a procurar meios reutilizáveis (com caução, de papel, compostáveis,...etc) e sustentáveis.
Portanto a situação continuará a ser a mesma: plásticos descartáveis que não podem ser reciclados nem reutilizados, consumo de recursos não renováveis, mais um contributo para a montanha de lixo que produzimos.


Ruído, trabalho "escravo" e a recolha de resíduos na Figueira da Foz

Recolha de resíduos urbanos passa aqui na minha rua residencial, são 6h50 da manhã, dia 25 de abril, dia em que se celebra conquista de liberdades e de direitos dos trabalhadores.
Ruído.

É evidente o desprezo pelos direitos dos trabalhadores mais mal pagos...Tiveram que recolher o lixo na sexta-feira santa, sábado, domingo de Páscoa, segunda-feira...e até hoje 25 de abril.

Nada há que justifique este excesso de "recolhas", a não ser um sistema irracional e o facto da empresa privada que faz a recolha ir lucrar precisamente com  o "trabalho escravo e esta caça ao lixo".

Tudo pago com dinheiro dos contribuintes, numa Câmara Municipal liderada por socialistas.




Alberto Pessoa e a Figueira da Foz

"A gravidade de tudo isto, foi o esquecimento a que seria votado tudo aquilo de produtivo e genial que havia sido proposto para a cidade pela equipa de Alberto Pessoa e que constituiria, caso tivesse tido seguimento, um exemplo a nível nacional de equilíbrio urbanístico.

No crescimento que a cidade nos revela actualmente, não é perceptível uma estratégia global ou uma ideia de conjunto, que era evidente nos estudos propostos por Pessoa. Hoje, irremediavelmente esquecidos entre muitos outros, que se acumulam no pó das prateleiras do Arquivo Municipal."

arq.º Raul Saúde, Tese de Licenciatura (2001), "Alberto Pessoa - Figueira da Foz, 1963 –1985"


Contributos para o Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios

Esteve em Consulta Pública até dia 08 de fevereiro o Plano Municipal de Defesa da Floresta contra Incêndios.
Uma análise do documento levou-me a deixar um contributo que publico abaixo. Em resumo, o Plano deveria ser mais ambicioso e romper com algumas práticas que causam incêndios e/ou permitem a sua rápida propagação, desde as monoculturas de eucaliptos e pinheiros até às queimadas de sobrantes agrícolas.

Exmos. Srs.,
Exmo. Sr. Presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz
dr. João Ataíde

No seguimento da consulta do Plano Municipal de Defesa da Floresta contra Incêndios manifesto a título individual as seguintes sugestões para redução do risco de incêndio e defesa eficaz da floresta no concelho da Figueira da Foz:

_ Queimadas de sobrantes - esta prática deveria ser substituída pela compostagem dos sobrantes agrícolas e florestais, eliminando-se completamente num horizonte temporal determinado (2021). Além de reduç…

As obras em Buarcos e a destruição das árvores

Dificilmente se explica o pouco cuidado que houve com as árvores dos jardins de Buarcos, durante as atuais obras. Pelo contrário, o rolamento de árvores saudáveis parece indicar que os espaços verdes foram tratados por uma empresa de construção e ...não por quem sabe.
Lamenta-se a perda de árvores saudáveis.

Na Figueira da Foz continuamos a não ter uma política virada para o "ambiente"- isto é, sucedem-se as obras que pouco trazem em termos ambientais. O que temos é pouco mais do que "o mesmo" - muito estacionamento, muito espaço para o carro - e pouco espaço para "o verde", ou para o peão.


Educação ambiental ? A Escola de Alhadas Pintor Mário Augusto e a poda de árvores

Infelizmente repete-se a sina das árvores ornamentais - cortadas a meia, um ato tão ignorante quanto nocivo para a educação ambiental dos alunos.
Puro desleixo  de quem dirige a Escola ?
Falta de sensibilidade ?
Assim, com esta "educação ambiental" e estes exemplos não vamos lá... :(