A Câmara Municipal nas suas diversas infra-estruturas consome muita energia. Tendo em conta que grande parte dessa energia é importada (petróleo, carvão, gás natural), custando milhares de milhões ao país, impõe-se a racionalização do consumo e a procura de alternativas (solar, eólico, biocombustíveis). Há uma falta de consciência para o facto de Portugal andar em contra ciclo: para produzir uma unidade de riqueza usa o dobro da energia dos seus pares europeus (França, Irlanda, Áustria, Alemanha) isto é 0,88 barris de petróleo para gerar mil euros . Em pleno 2009, esta questão ainda não mereceu a atenção dos responsáveis locais. Utiliza-se a energia de forma pouco racional. Há um desperdício geral materializado nos edifícios por isolar, piscinas de porta aberta e sem uso de painéis solares térmicos, iluminação pública sem reguladores de fluxo, obras promovidas pela Câmara que escapam aos Regulamentos de Comportamento Térmico...etc. Acresce ainda a falta de consciência e sensibilização ...