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Poluição luminosa na Figueira da Foz em Portugal e ...no resto do mundo

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Após um período de racionalização de custos e melhoria da iluminação pública (LED, desligar o que não fazia falta) voltámos ao "antigamente". A Câmara Municipal da Figueira da Foz quando substituiu as lâmpadas das luminárias da "minha rua" colocou mais potência, usando uma tecnologia ultrapassada - vapor de sódio. Ou seja, continuamos a não ter gestão de energia nem "redução das emissões de CO2", e muito menos a vereação presta atenção aos fatores ambientais. A poluição luminosa é uma realidade. Os cientistas alertam, e nós sofremos na pela esse exagero de luz noturna, para os efeitos negativos da má iluminação. Abaixo um "recorte de jornal".  Poluição luminosa na Figueira da Foz "O ecologista Franz Hölker, do Instituto para a Ecologia da Água Doce e da Pesca Fluvial, em Leibniz, salientou que a poluição luminosa tem consequências ecológicas, com os ciclos de luz natural a serem interrompidos pela luz artificial introd...

Iluminação decorativa de Natal, quanto nos custa ?

Várias Câmaras Municipais continuam a gastar mal, muito mal, o dinheiro dos contribuintes. Em Vila do Conde vão ser gastos 40.000 euros, Lisboa tem orçados quase 900.000 euros...além do consumo de energia que é pago pelas autarquias. Se cada município gastar em média 30.000 euros vezes 308 municípios são 9.240.000 euros (sim, mais de 9 milhões de euros só para iluminação decorativa de Natal...) A crise deveria servir para um sério reajuste de todas as despesas, "nossas" e "deles". Mas não é isso que se verifica, mas "nós" e "eles" continuamos o modus operandi de sempre: trocamos o essencial pelo acessório. E o dinheiro que Portugal precisa para investir é cada vez mais difícil de obter, e mais caro.

Precisamos de mais cidadania responsável

Notícia retirada de um jornal regional Cidadão critica gastos na iluminação pública Já no período de debate, um cidadão presente na assistência contestou o que considera ser um gasto supérfluo de energia eléctrica com "candeeiros de iluminação pública colocados em vários quilómetros de estrada entre XXX e YYYY, onde só há uma casa e não passa ninguém durante toda a noite". Em sua opinião, as luzes deveriam ser desligadas ou substituídas por censores, para que só acendessem quando surge alguém. "Dispêndios de energia como o que se verifica nessa estrada, descredibilizam qualquer política de redução de consumo", afirmou, concluindo que "é necessário falar menos e poupar mais" .

Iluminação Pública - o desperdício continua

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Junto-me ao coro de protestos, aqui e ali . Desperdiça-se muita energia, muitos euros, com iluminação pública redundante e inadequada. Há locais sem habitação, sem movimento pedonal ou outro que justifique a iluminação, mas iluminam-se, como se a energia eléctrica fosse gratuita. O tipo de candeeiros, especialmente aqueles redondos e sem espelho (do tipo implementado nas Abadias), são ineficientes, difundindo a luz pelo espaço em vez de a concentrar onde ela é necessária. Além dos custos económicos, a energia eléctrica provém da queima de carvão, fuel e gás, as barragens, mini-hídricas ou da importação de energia (nuclear) . Todo estas transformações têm impactos ambientais significativos. A poluição luminosa é outro assunto que nada diz aos decisores autárquicos...click-se no link e leia-se o texto do matemático Nuno Crato sobre este assunto. Os gastos da CMFF com a Iluminação Pública (IP) nos últimos anos foram os seguintes: TOTAIS 2006: 770.665,56€ 2007: 886.716,83€ Fonte: Gabinet...

Natal e as Luzes

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O Natal também é tempo de gastos em exibição de cor e alegria. O que pensaria o Menino Jesus dos efeitos psicadélicos que os portugueses atribuem ao Natal. Pode ler-se no AmbienteOnline que a Câmara Municipal de Lisboa gastou no ano passado 1,2 milhões de euros em iluminação da Natal. Este ano a despesa foi reduzida. A bem da economia. Parabéns. O Menino Jesus não ficará aborrecido com a decisão de se poupar dinheiro e recursos. Isto é, diminuição da queima de carvão para os enfeites de Natal.

Quanto se gasta ( e desperdiça) com a iluminação pública ?

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Esta rua, junto às Escolas das Alhadas de Baixo, é iluminada há mais de 3 anos desde meados de 2004. Os passeios são bons, o asfalto do melhor que há. Esperava-se que a infra-estrutura de qualidade, paga com o dinheiro dos contribuintes, servisse as pessoas. Não serve. Ninguém vive naquela rua em regime permanente. Não passa por lá um carro.... são raríssimos os peões. Nada. Está vazia. Mas tem intensidade luminosa. Dezenas de lâmpadas de sódio ( de 50 Watts ??) a queimarem carvão (a energia eléctrica vem em grande parte das Centrais a carvão de Sines e do Pego, o carvão é importado da Polónia e da África do Sul), e para quÊ ? Para nada. As centrais estão a poluir (patículas, óxidos nitrosos, CO2) sem que tenhamos uma razão para tal. Um cálculo conservador permite estimar em 7.500 kW gastos por ano nesta via, cerca de 820 euros por ano i.e. 2.500 euros nestes três anos. Muito dinheiro queimado para nada. Ou melhor, permite-me a mim ir passear o cão com luz forte.... No concelho da Fig...