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Árvores mortas na Figueira da Foz - após poda camarária

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Árvores desrespeitadas As árvores abatem-se na Figueira da Foz, por vezes de forma lenta. Podam-se mal, e depois morrem.  Parece que até dá jeito que assim seja: desimpedem os passeios, as folhas deixam de cair no chão, há mais espaço para estacionamento e menos queixas dos moradores (as árvores são fonte de queixas, há uma minoria ruidosa que acha que podemos viver sem árvores). Exemplo disso mesmo são algumas árvores da Av Saraiva de Carvalho - estão mortas! - mas há muito mais por todo o concelho. Árvores mal podadas na Figueira da Foz - morte e envelhecimento precoce

Figueira da Foz - Clima subtropical

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O calor aumenta. 2016 foi o ano mais quente. Na Figueira da Foz as temperaturas máxima e mínima surpreendem. Noites subtropicais, a 20 graus, dias de verão, com 25 a 30 graus (amanhã), em outubro.

Areia invade estrada na Cova Gala - ainda a erosão costeira

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Neste início de ano de 2016 surgem os mesmos problemas, erosão costeira e as estradas/ruas que ficam cobertas de areia. Não é a areia que estás a mais, mas sim a estrada que foi mal construída, ocupando o "espaço natural" e criando problemas onde eles não existiam. Interessa ainda rever a manutenção de estruturas fixas (parque de estacionamento) em locais valiosos do ponto de vista paisagístico e ambiental

Alterações Climáticas - Editorial do Figueirense

O penúltimo editorial do jornal O Figueirense da autoria do advogado Joaquim Gil, pronuncia-se de forma definitiva sobre o "embuste" das "marteladas" alterações climáticas. A principal inspiração e fonte de informação do director do jornal é o professor Adriano Moreira. No entanto, Adriano Moreira escreve o contrário, atente-se nas suas palavras publicadas no jornal Diário de Notícias a propósito de multilateralismo e a necessidade de actuarmos em conjunto perante os desafios que enfrentamos: Isto acontece porque, como disse Ban Ki-moon, as alterações climáticas constituem "uma crise de saúde, uma crise energética, uma crise alimentar, e uma crise de segurança"; acrescenta que o Árctico pode perder todo o seu gelo até ao ano de 2030, e tudo o mais relacionado com o ambiente exige um "acordo mundial sobre o clima". O procurado multilateralismo tem aqui a dimensão da unanimidade do G192, que traduz a repartição do mundo em Estados membros....

Conferência: Copenhaga 2009 Alterações Climáticas

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Shukdev Das, who lost his home on Ghoramara island, India, when sea levels rose. Photograph: Peter Caton/Greenpeace As preocupações com política de ambiente, dos anteriores executivos municipais figueirenses, foram sempre muito reduzidas. Diria mesmo que nos últimos 20 anos a Figueira da Foz degradou-se muito do ponto de vista da harmonia ambiental. Além do desvairo urbanístico, a cidade perdeu identidade, cresceram os bairros habitacionais sem qualidade, acrescenta-se a sobre exploração dos recursos naturais. Dito de forma simples: vivemos acima das nossas possibilidades, sobrevalorizamos o "artificial" em detrimento do natural. As alterações climáticas não mereceram dos sucessivos responsáveis locais uma nota de rodapé. Pelo contrário, o executivo de Duarte Silva tinha um vereador do ambiente (José Elísio Ferreira) que via (e vê) o ambiente como um empecilho ao progresso e à economia. Um vereador do ambiente que não percebia a importância de salvaguardar a costa das constr...

Alterações Climáticas

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Texto retirado do blog Klepsydra, ver aqui O segundo pior ano do Árctico Desde 1979, quando o Árctico começou a ser observado por satélites, 2007 foi o ano em que a calote polar mais recuou. 2008 foi o segundo pior ano desde o início deste programa de observação do Árctico. O mínimo atingido este Verão correspondeu a uma superfície de gelo apenas 9,4% superior à superfície do mínimo de 2007. Recordo que o Árctico é muito mais sensível a pequenas variações de temperatura do planeta do que o Antárctico (por razões que já aqui foram invocadas), funcionando na prática como um termómetro muito mais eficiente do que o Antárctico, muito invocado para justificar teorias conspirativo-niilistas muito ignorantes. As perspectivas futuras não são muito animadoras, dado que muito dificilmente o Árctico recuperará a sua massa de gelo. O gelo dos pólos funciona também como um poderoso reflector dos raios solares, há medida que este desaparece, menos radiação é reflectida, mais radiação é absorvida e m...

Carl Sagan - Alterações Climáticas

Alterações Climáticas

Crónica de Rui Silva, investigador no Departamento de Física da Universidade de Coimbra, natural da Figueira da Foz, actualmente em Bruxelas A charlatanice climática em livro O político americano Marlo Lewis Jr. dedicou a obra "A ficção Científica de Al Gore" exclusivamente à crítica do livro de divulgação "Uma Verdade Inconveniente" de Al Gore. Estamos perante a obra de um autor sem formação científica que tem a pretensão de desmentir uma obra de divulgação científica de um autor, que embora não seja cientista, se baseou em trabalhos publicados em revistas científicas da especialidade. O livro de Marlo é articulado num formato repetitivo onde se faz marcação cerrada a cada frase da obra de Al Gore, explorando até à exaustão o seu potencial para gerar a maior controvérsia possível. É uma velha e conhecida fórmula pseudo-científica muito utilizada por seitas exotéricas, pela cientologia, pelos crentes na ovniologia e pelos niilistas das viagens à Lua. A obra falha...

Conclusões do Relatório do IPCC sobre as alterações climáticas

O resumo sobre as alterações climáticas pode ser consultado aqui http://www.ipcc.ch/pdf/assessment-report/ar4/syr/ar4_syr_spm.pdf Na Europa do Sul esperam-se problemas com a disponibilidade de água: secas mais prolongadas, fogos florestais, perda de produtividade agrícola... São cenários conservadores baseados no que se sabe hoje, a ciência possível. Europe • Climate change is expected to magnify regional differences in Europe’s natural resources and assets. Negative impacts will include increased risk of inland flash floods, and more frequent coastal flooding and increased erosion (due to storminess and sea-level rise); • Mountainous areas will face glacier retreat, reduced snow cover and winter tourism, and extensive species losses (in some areas up to 60% under high emissions scenarios by 2080); • In Southern Europe, climate change is projected to worsen conditions (high temperatures and drought) in a region already vulnerable to climate variability, and to reduce water availability...