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Sem inovação local não há criação de emprego - energia e a Câmara Municipal da Figueira da Foz

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Consumidor - Produtor de Energia

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Apagar as Luzes, Racionalizar o consumo de energia

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A maioria de nós quando vê um Monumento iluminado não pensa na emissão de partículas decorrentes da produção de energia nas centrais termoeléctricas a carvão. Nem pensa nas divisas (o nosso esforço e trabalho...) que saem do país para a importação de carvão, gás natural, fuel e compra de electricidade a Espanha e França (centrais nucleares). Muito menos se associa a construção de barragens à perda de paisagem, alteração dos rios, perda de biodiversidade...etc. Em 1991, no ano em que fiz o meu primeiro InteRail, estive em Praga durante uma semana. O Castelo de Praga, visível de qualquer ponto da cidade e um verdadeiro ex libris nacional, deixava de ser iluminado à uma da manhã. Subitamente o Castelo ficava escuro, quase desaparecia da paisagem nocturna. Como é possível uma cidade, que atrai milhões de turistas, apagar as luzes do seu Castelo ? É possível, e é bom que assim seja. O que me parece impossível é uma Câmara falida e sem dinheiro para reparar Escolas EB, não pensar em poupar ...
Alertei a Câmara Municipal da Figueira da Foz, e o seu Presidente Duarte Silva, para a possibilidade de gerar riqueza através da microgeração. Foi há quase um ano atrás. Infelizmente Duarte Silva mostra uma insensibilidade chocante nestas questões do ambiente e energia. Nunca se interessou pelo assunto, sempre tentou ridicularizar a questão, entediando-se nas reuniões em que estes temas são abordados. Chega mesmo a abandonar a sala quando se discutem propostas capazes de poupar dezenas de milhares de euros por ano ao orçamento municipal, como por exemplo a introdução de tecnologia solar e LED nas luminárias das vias de comunicação. Mas, eis senão que uma Junta de Freguesia do concelho de Viana do Castelo, produz electricidade e vende à rede com inegáveis vantagens económicas. O Presidente de Junta local não foi Ministro, mas tem mais visão nesta matéria que o nosso Presidente de Câmara alguma vez teve nos últimos sete anos. Solar: Junta de Freguesia em Viana do Castelo vende energia à...

Iluminação Pública - o desperdício continua

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Junto-me ao coro de protestos, aqui e ali . Desperdiça-se muita energia, muitos euros, com iluminação pública redundante e inadequada. Há locais sem habitação, sem movimento pedonal ou outro que justifique a iluminação, mas iluminam-se, como se a energia eléctrica fosse gratuita. O tipo de candeeiros, especialmente aqueles redondos e sem espelho (do tipo implementado nas Abadias), são ineficientes, difundindo a luz pelo espaço em vez de a concentrar onde ela é necessária. Além dos custos económicos, a energia eléctrica provém da queima de carvão, fuel e gás, as barragens, mini-hídricas ou da importação de energia (nuclear) . Todo estas transformações têm impactos ambientais significativos. A poluição luminosa é outro assunto que nada diz aos decisores autárquicos...click-se no link e leia-se o texto do matemático Nuno Crato sobre este assunto. Os gastos da CMFF com a Iluminação Pública (IP) nos últimos anos foram os seguintes: TOTAIS 2006: 770.665,56€ 2007: 886.716,83€ Fonte: Gabinet...

Frio

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CLICAR NAS IMAGENS PARA AUMENTAR- Fonte: ADENE FRIO Nestes últimos dias a temperatura mínima desceu aos três graus (segundo o insuspeito termómetro do carro de um familiar) na Figueira da Foz. Frio. Frio fora e dentro de casa. De visita a várias colectividades e instituições noto que o isolamento térmico é ainda uma miragem, mesmo em construções recentes. Os oradores instigam, e bem, ao espírito de colectivismo, ao encontro e enraizamento das populações através dos espaços comunitários. No entanto, os espaço são extremamente desconfortáveis do ponto de vista térmico. Não há uma política séria de atenção ao comportamento térmico dos edifícios. Com um investimento reduzido poupa-se muita energia e oferece-se às pessoas aquilo que muitos de nós não tem em casa: conforto térmico. Na figura acima publicada observa-se como Portugal está pior em termos de eficiência energética, em comparação com os restantes países europeus, de 2000 a 2005 descemos no Ranking dos países mais eficientes a u...

Intensidade Energética

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Em Pequim já há mais carros do que bicicletas (Fonte: ZDF) Divergimos.

Voltamos a navegar à vela

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A subida do preço do petróleo, as alterações (ou distúrbios) climáticos criam necessidades novas. Algumas soluções muito antigas, as velas, com um upgrade tecnológico (software, materiais) tornam possível a redução do uso de combustíveis fósseis (cerca de 35%). As velas aproveitam os ventos constantes (12-74 km/h) entre uma altitude de 100 a 300 metros. Soluções de baixa complexidade tecnológica, as velas e respectiva produção, irão ser realidade dentro de poucos anos. Haja esperança num futuro (presente) mais limpo e menos agressivo para as outras espécies. "The kite sail will help reduce annual fuel costs by 10-35%. Reduced fuel also means fewer harmful carbon emissions The large towing kite resembles a paraglider and is shaped like an aircraft wing, to enable it to take advantage of different wind directions It operates at 100-300m above surface level - much higher than a normal sailing craft - where winds are stronger and more stable The kite can be used in winds of 12-74km/h ...

Energia renovável

"Quando se consome energia não renovável, consome-se algo que não voltará a existir [em tempo útil], isto para além de se contribuir irremediavelmente para o aquecimento do planeta". Jorge Seguro Sanches, deputado do PS, "PÚBLICO", 21-01-2008