Mensagens

A mostrar mensagens com a etiqueta Buarcos

Buarcos e a biodiversidade

Imagem
Gosto destes lugares semi-selvagens no meio do espaço urbano - ver foto abaixo, espaço próximo de minha casa, em Buarcos. Um terreno valorizado pelas árvores, mato, catos, flores silvestres,..que serve naturalmente de abrigo a aves e bicharada diversa. A biodiversidade mora aqui!

Abate de árvores na Figueira da Foz - artigo de opinião

Imagem
Artigo publicado no Diário as Beiras a 18 de agosto, 2018 O abate das árvores A atitude prevalente relativa às árvores em meio urbano resume-se com a anedota: “Um casal de namorados aproxima-se de um espaço verde, quando a jovem, num momento romântico lhe diz: - Querido consegues ver este magnífico bosque? E ele responde: - Hmm ainda não! Estas árvores não me deixam ver nada…” Os planeadores urbanos descuram frequentemente a preservação das árvores, é mais fácil arrasar e plantar novo do que traçar o perfil do arruamento em função do património natural existente. Vem isto a propósito do recente protesto do Movimento Parque Verde, contra o abate de 16 árvores em Buarcos. Destaque-se aqui a iniciativa do dr. Luís Pena que luta, desde os anos 90, por uma Figueira mais verde e saudável. Recordo bem a sua ação contra as podas destrutivas no mandato de Santana Lopes (PSD) nas Abadias. Conseguiu-se mediatismo para as árvores, porque são vários os casos de abate de em obras municip...

Uso de herbicidas na freguesia de Buarcos - São Julião

Imagem
Uso de herbicidas Após longos debates na comunicação social sobre a toxicidade e os problemas do uso de herbicidas, chego à conclusão que os autarcas locais estão mal informados...ou simplesmente não querem saber da saúde pública para nada. Na minha freguesia continua a usar-se, e a abusar-se, como mostra a fotografia abaixo do "glifosato"- Sem aviso prévio. Neste âmbito enviei uma mensagem à Junta de Freguesia - aguardo a resposta. Fontes de informação sobre os perigos do glifosato: http://www.quercus.pt/campanhas/campanhas/autarquias-sem-glifosato/3947-mapa-de-autarquias-sem-glifosato uso de herbicidas em Buarcos

Buarcos - Destruição das árvores e arbustos (deixaram as canas)

Imagem
(Carta aberta ao presidente da Junta de Freguesia de Buarcos) Exmo. Sr. Presidente José Esteves c.c. Rui Duarte 1) Lamento a perda de mais uma parte do património natural de Buarcos. Ontem (2812.2016) e hoje (tive conhecimento agora) os trabalhadores da Junta (?) arrasaram com o coberto vegetal junto aos Lavadouros de Buarcos. Nem as árvores, as figueiras (há dezenas de anos que ali estão), escaparam ao corte pela raiz. 2) Enquanto isso, na mesma rua persiste a insalubridade - restos de comida são diariamente colocados por dois moradores (identificados) - à qual a Junta de Freguesia não presta atenção. Sugestão: seria mais útil plantarem árvores e arbustos, em vez de os destruírem. Solicito ao Exmo. Sr. Presidente da Junta de Freguesia uma justificação para a destruição das árvores e arbustos que preenchiam de forma elegante o topo da barreira, que divide a rua dos prédios. Pede-se ainda que nos digam que medidas vão tomar para devolver salub...

Os aspersores a destruir a Muralha de Buarcos

Imagem
Subscrevendo as palavras de Luís Carlos, um figueirense que percorre a cidade a pé. "Hoje qual é o meu espanto,que depois de umas obras feitas no local,que não sei se o DGPC-Direcção Geral Património Cultural,teve conhecimento,puseram uns tapetes de relva para substituir a relva que estragaram nas obras,e colocaram aspersores para a rega da mesma.Mas,hoje ás 18h30m,o sistema de rega estava ligado e deu para ver o acto de vandalismo e criminoso que se está a passar outra vez. Os aspersores estão a"regar"a muralha e com isso a fazer buracos numa coisa que tem 500 anos,faz parte da nossa história, da nossa cidade,da nossa cultura e do nosso turismo,mas acima de tudo,que foi requalificada recentemente,com o nosso dinheiro.Será que a DGPC tem conhecimento do que se passa?Quem se responsabiliza? Quem autorizou?Quem vistoriou?Além destas perguntas,o sistema está tão mau que além de buracos na muralha,larga água para os passeios e estrada,gastando mais uma vez ...

A não inclusão das pessoas

Imagem
As obras recentes em Buarcos mostram um desprezo pelos cidadãos. Quem tem dificuldade em aceder a pé à Padaria, Correios, Farmácia, Banco, Centro de Saúde,...continua na mesma. Em 2016 é inadmissível que a Lei das Acessibilidades (DL163/2006) seja ignorada pela Câmara Municipal. Deixo o seguinte texto sobre o assunto. Por mais que se apregoem ideais de inclusão, a verdade é que a cidade fala por si: persistem os espaços que estão ao alcance só de uns e onde não se verifica o cumprimento de regras básicas que garantam a inclusão de todos, levando os indivíduos com mobilidade condicionada a sentirem-se, de forma mais ou menos direta, excluídos. Existe a sensação de uma cidade construída para quem não tem limitações de mobilidade, o que implica que quem as tem precisa constantemente de encontrar mecanismos para se adaptar. Esta lógica segrega quem vive com mobilidade condicionada, num complexo processo de desigualdade e de desrespeito pelo outro.  A sensação de que se vive ...

As más obras em Buarcos: vai ficar tudo na mesma

Imagem
As Obras em curso no centro cívico de Buarcos são um fiasco. Um nódoa negra da atual governação da Câmara Municipal.  Asfaltar por si só, em 2016, não chega. O caos do estacionamento em frente ao Ovo, os passeios estreitos e em mau estado, as entradas e saídas perigosas da Rua R Cantarinhas, ..etc, tudo isso vai continuar como estava.  As atuais obras são medíocres e mostram falta de visão.

Acessibilidades - passeios que não são passeios na Figueira da Foz

Imagem
Infelizmente, como a fotografia abaixo mostra, na Figueira da Foz as acessibilidades continuam a ser construídas sem qualidade: passeios que não são passeios, obras que não atendem às necessidades dos mais vulneráveis. Choca-me, entristece-me e dá-me um nó no estômago pensar que tantos engenheiros e arquitetos na Câmara continuem a fazer mais do mesmo, e a pactuar com a mediocridade. Centenas de milhares de euros gastos nos últimos anos para manter o que já estava mal feito: passeios estreitos e desalinhados, materiais de má qualidade, triângulos viários que são um convite ao estacionamento ilegal e várias outras pseudo soluções. A cidade merecia mais. Os nossos impostos deveriam ter quem os gastasse de forma eficaz. Mas, sucede o oposto, dinheiro muito mal investido, cidadãos descontentes e obras municipais que perpetuam o atraso da Figueira da Foz nesta matéria.

Mercado Municipal de Buarcos

Imagem

Foz Village - 12 anos depois

Imagem
A FOZ VILLAGE é um exemplo, entre muitos por esse país fora, de tudo o que o URBANISMO não deve ser. Uma das zonas potencialmente mais bonitas do concelho foi transformada num bairro fantasma. As infra-estruturas estão inacabadas ou abandonadas, emprestando a imagem real da incompetência na gestão da coisa pública. Hoje de manhã na ANTENA1, José Miguel Júdice falava da palavra inglesa accountability e como os portugueses (caso Magalhães, erros ortográficos) são incapazes de traduzir tal vocábulo em acções, i.e. parece que ninguém é responsável por nada. E o FOZ VILLAGE mostra exactamente a ausência de responsabilidade, a demissão de quem poderia fazer alguma coisa, congregar vontades e usar o poder que tem para resolver problemas tão básicos como a continuidade dos passeios... São anos de demissão os que vivemos presentemente. Empurram-se os problemas para o futuro..."estamos a tratar disso..." , "na Páscoa abre o Oásis..." para o ano....

A manutenção do património municipal

Imagem
Foto: Buarcos, Dez. 2008 Investimentos de muitas dezenas de milhares de euros em campos de jogos, estão ao abandono, sem manutenção visível. Note-se ainda que o campo em apreço na foto é iluminado à noite com potentes holofotes. Gasta-se imenso dinheiro. Porquê ? Para quem ? A responsabilidade por este estado de coisas tem, em última análise, um nome, vários rostos e ganhou eleições. Mas, será que quem não consegue manter uns campos de jogos a funcionar, tem capacidade para continuar a gerir um concelho ?

Pinhal dentro da cidade

Imagem
A Quinta do Viso é um monumento vivo. Deveria ser preservado. Trata-se de capital natural, as giestas, os velhos pinheiros, a vegetação típica dos pinhais à beira-mar, costa Atlântica...Figueira da Foz ! Caso houvesse visão e sentido estético (para não falar de consciência ecológica...) a Câmara há muito que teria transformado o local num parque natural, assim como está hoje, apenas acessível a todos que quisessem fruir de um belo fim de tarde no meio do pinhal. Poderíamos passear as nossas crianças e animais pelo pinhal, respirar ar puro e apanhar pinhas...À volta da Quinta do Viso vivem i.e. a menos de 500 metros, vivem muitas centenas (milhares ?) de pessoas que desejariam certamente ter aquele espaço para si, e não, como o Plano de Urbanização determina, a urbanização de mais aquele espaço com prédios de 6 andares. Para quê ? Para quem ? Qual a racionalidade de mais uma urbanização ?