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A mostrar mensagens de setembro, 2010

Taxista em Lisboa

Chegado a Lisboa necessitei de um taxi. Dois adultos, uma criança de dois anos e três malas. O taxista não mexeu um dedo no embarque. Cadeira para a criança também não tinha. Desdenhou da ideia, abanou a cabeça como se fosse um pedido extravagante. O rádio altíssimo, notícias sobre a bola como não poderia deixar de ser. No final da corrida , a mesma cena, não ajudou a descarregar as malas. Simpatia nula, gorjeta zero. São estes portugueses que o país não precisa: egoístas, rudes, antipáticos e frustrados na própria profissão. Haverá com certeza taxistas simpáticos e amáveis, mas por "improbabilidade" estatística parecem cada vez mais raros, a excepção, e não a norma.

Despesas de funcionamento da Câmara Municipal da Figueira da Foz descem 34% relativamente a 2009

Notícia do Jornal as Beiras, " Os cortes já vêm sendo feitos: no que vai do mandato – começou em Novembro último – , a despesa de funcionamento da autarquia desceu 34 por cento, face a 2009 . Mas o objectivo é baixar, no mínimo, em 10 por cento os valores de todas as rubricas orçamentais da despesa corrente. " A diferença entre uma gestão séria da Câmara Municipal, e um executivo empenhado no interesse público, e aquilo a que assistimos durante 12 longos anos de despesismo, é somente esta: em menos de um ano a despesa corrente reduziu-se em 34%, sem que os serviços tenham parado. Pelo contrário há mais atividade municipal agora do que há um ano atrás, apesar das limitações orçamentais. Quer isto dizer que um em cada três euros gastos pelo executivo anterior do PSD foi desperdiçado por má gestão. Quem conhece a Câmara por dentro, e qualquer bom observador, sabe que o laxismo e o desperdício são ainda pesos enormes na estrutura municipal. Há ainda muito a fazer para estancar

Consulta Pública - Central de Ciclo Combinado de Lares

Aviso está presente aqui na Agência Portuguesa do Ambiente

Eficiência Energética - posição do GEOTA

«Qualquer política energética tem duas vertentes: a poupança e a substituição de fontes de energia. Ora, o Governo só tem estado a investir na segunda, quando o maior potencial de “produção” de energia em Portugal é precisamente a poupança», afirma João Joanaz de Melo, presidente do GEOTA - Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente. Segundo o presidente do GEOTA, «tem-se investido muito em formas de produção de energia alternativas e muito menos na eficiência energética». João Joanaz de Melo dá o exemplo: «se o investimento do Plano Nacional de Barragens fosse canalizado para medidas de eficiência energética, iria permitir poupar dez vezes mais energia que aquela que as barragens permitem produzir». ler mais aqui

Parques Infantis

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Foto: Parque infantil algures em Ingalterra Do 8 ao 80, assim poderá ser contada a estória dos parques infantis em Portugal. Os parques infantis são entre nós luxuosos, piso de borracha , brinquedos XPTO (caríssimos...) ! Quando vivi na Alemanha reparei que muitos parques eram o mais básico possível: baloiços feitos com pneus velhos, piso em cascalho de pinheiro, tudo muito simples e resistente ao vandalismo. Os brinquedos não tem limitação de idade podem ser usados por todos. Nalguns parques, em Berlim, os brinquedos foram da autoria de alguns miúdos ajudados por carpinteiros e técnicos especializados, Ou seja, foram os próprios miúdos que fizeram o parque, com pregos, martelos e madeira. Se fosse cá logo diriam alguns "é impossível, outra mentalidade..." Estes são aqueles que nunca tentam fazer nada e preferem comprar tudo feito, porque lutar contras "as mentalidades" dá mesmo muito trabalho. Isto a propósito da falta da tal comissão que deveria fiscalizar