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Gigantismo - Aeroporto de Lisboa

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Hora de ponta no aeroporto de Lisboa, dezenas de voos chegam e partem, meio da tarde de sexta-feira, dia 23.05 (antes da REAL Final). O aeroporto apresenta-se remodelado (2012 ?) com uns corredores gigantes, alas enormes, salas vazias,...para quê ? Custos ? Quem pagou ? Nós ? Quem são os projetistas e obreiros deste desperdício ?

Acidentes por falta de sinalização

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O cruzamento é perigoso. A visibilidade é reduzida. Da esquerda e da direitta os carros surgem a grande velocidade. Sinalização horizontal, marcas bem visíveis ao solo ?  - não há. Os acidentes sucedem-se, alguns violentos. A Câmara Municipal poderia fazer mais pela segurança rodoviária ? Podia e devia. NOTA : o acidente ocorreu no início de Maio junto à Quinta de Sta Catarina

As ervas e os herbicidas na nossa terra

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Será necessário queimar o terreno do separador central com herbicidas da Av. dr. Joaquim de Carvalho ? Para quê ? Porque não foram cortadas as ervas com uma máquina de fio ? Ali ao lado há uma Escola - e depois ensinam aos miúdos a ser "amigos do ambiente" ? Como ??? Infelizmente as Câmaras Municipais continuam a não dar o exemplo, perpetuando comportamentos pouco saudáveis. Mais sobre os efeitos dos herbicidas usados em meio urbano - aqui QUERCUS Cita-se uma passagem da notícia: "Uma vez dispersos no ambiente, os herbicidas contaminam a água, provocam uma diminuição de populações de microorganismos do solo, aves, insectos polinizadores, anfíbios e podem ainda causar problemas de saúde aos humanos. A organização apela ao uso de técnicas alternativas tais como o corte e os queimadores a gás. Uso de herbicidas na av. Joaquim de Carvalho

26 de Abril de 2014

26 de Abril de 2014 A revolução somos todos nós, todos os dias, nas nossas microdecisões individuais que transformam o mundo. Sempre que meto gasolina no depósito do carro sinto que estou a compactuar com a “contrarrevolução”. Os meus euros alimentam assim oligarquias, ditaduras, teocracias inimigas dos direitos humanos e do equilíbrio ecológico. António Guterres tinha razão quando nos anos 90 iniciou um ciclo de investimentos em energias alternativas que tornaram o país menos dependente dos “interesses alheios”. Criou-se um cluster industrial pujante (fabrico de eólicas e painéis solares) e dezenas de milhares de empregos. Fico satisfeito pelo facto de poder tomar banho com água aquecida pelo “nosso sol”, e assim não precisar de comprar gás importado da Argélia. Vivo a revolução quando evito supermercados que abrem portas no 1º de Maio, no dia de Páscoa, etc. violentando os direitos dos trabalhadores e dessacralizando tudo e mais alguma coisa em nome do consumismo e do l...