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A remodelação do Jardim Municipal da Figueira da Foz , o Coreto e um certo Regresso ao Passado

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Na Figueira da Foz as soluções urbanísticas dos últimos anos são muito questionáveis. Os fins para que foram projetados os espaços não correspondem à necessidade de beneficiar a pedonalização e a fruição do espaço público. As recentes obras de Buarcos mostram isso mesmo, outras pequenas intervenções (Coliseu, rotunda da piscina do Ginásio,...etc.) mostram sempre desprezo pelas árvores e pelos espaços verdes, que são transformados em estacionamento. Segundo parece irá ser feita a discussão pública deste projeto, ainda em julho deste ano. Aguardemos pela data e lugar. Projeto do Jardim Municipal da Figueira da Foz

Árvores mortas na Figueira da Foz - após poda camarária

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Árvores desrespeitadas As árvores abatem-se na Figueira da Foz, por vezes de forma lenta. Podam-se mal, e depois morrem.  Parece que até dá jeito que assim seja: desimpedem os passeios, as folhas deixam de cair no chão, há mais espaço para estacionamento e menos queixas dos moradores (as árvores são fonte de queixas, há uma minoria ruidosa que acha que podemos viver sem árvores). Exemplo disso mesmo são algumas árvores da Av Saraiva de Carvalho - estão mortas! - mas há muito mais por todo o concelho. Árvores mal podadas na Figueira da Foz - morte e envelhecimento precoce

Plásticos e mais plásticos descartáveis nas festas da Figueira da Foz

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Há anos que lutamos por um mundo menos poluído. Menos plásticos descartáveis fazem parte desse esforço, reduzir ao máximo, sempre que possível. As autoridades locais podem e devem desempenhar um papel chave nesta mudança. As festas locais, as sardinhadas e eventos, são iniciativas onde se descartam centenas de milhares de copos, pratos e talheres de plástico. Porquê? Porque é mais fácil, é tradição e os gestores dos eventos não são impelidos a fazer melhor, a procurar meios reutilizáveis (com caução, de papel, compostáveis,...etc) e sustentáveis. Portanto a situação continuará a ser a mesma: plásticos descartáveis que não podem ser reciclados nem reutilizados, consumo de recursos não renováveis, mais um contributo para a montanha de lixo que produzimos.

Ruído, trabalho "escravo" e a recolha de resíduos na Figueira da Foz

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Recolha de resíduos urbanos passa aqui na minha rua residencial, são 6h50 da manhã, dia 25 de abril, dia em que se celebra conquista de liberdades e de direitos dos trabalhadores. Ruído. É evidente o desprezo pelos direitos dos trabalhadores mais mal pagos...Tiveram que recolher o lixo na sexta-feira santa, sábado, domingo de Páscoa, segunda-feira...e até hoje 25 de abril. Nada há que justifique este excesso de "recolhas", a não ser um sistema irracional e o facto da empresa privada que faz a recolha ir lucrar precisamente com  o "trabalho escravo e esta caça ao lixo". Tudo pago com dinheiro dos contribuintes, numa Câmara Municipal liderada por socialistas. recolha de resíduos na figueira da foz