Avançar para o conteúdo principal

Peixe com mercúrio

O impacto da ingestão de metais pesados na saúde humana é bem conhecido, pelo menos desde o tempo dos romanos, cujas canalizações em chumbo os envenenaram, lentamente.

Hoje, o problema chama-se concentração de metais pesados no peixe que consumimos, especialmente o que vem do mar.
Segundo vários estudos estamos sujeitos a concentrações cada vez maiores, e os metais pesados são bioacumuláveis e persistentes (depois de entrarem, não saem do organismo), vindas do peixe. As espécies mais afectadas são as do topo da pirâmide alimantar, sejam o peixe-espada, o atum ou bacalhau.

Nos EUA a EPA já há anos que aconselha as mulheres grávidas a não comer mais do que duas/três vezes por semana peixe.

Veja-se aqui um dos últimos folhetos (mar 2011) informativos da União Europeia.
http://ec.europa.eu/environment/integration/research/newsalert/pdf/231na2.pdf

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Alferes Robles, massacres de 1961 e a Guerra de Angola

Recentemente visionei novamente os primeiros episódios da série "A Guerra" de Joaquim Furtado. Para quem não viveu a guerra, o documentário é excelente, e segundo muitos que a viveram Joaquim Furtado fez um trabalho notável. Ouviu ambas as partes, procurou uma visão serena e equilibrada apresentando unicamente os factos comprovados.
(ver aqui o documentário "A GUERRA" de Joaquim Furtado, https://youtu.be/eytkjJXrmhA onde  várias testemunhas presenciais testemunham as atrocidades cometidas por ambas as partes)

Na sequência dos grotescos episódios que se seguiram aos massacres de 15 de Março de 1961, a UPA matou barbaramente quase um milhar de colonos (a maioria branco) e outros milhares de trabalhadores locais, os portugueses (brancos) desencadearam a retaliação. Matou-se por dá cá aquela palha, milhares de angolanos pretos foram chacinados sem qualquer razão. Há várias fotografias de valas comuns, iguais às nazis, e depoimentos que chegariam para levar alguns por…

Roxanne Bueso

Pintora Roxanne Bueso, residente na Figueira da Foz, proveniente de Porto Rico.

As obras em Buarcos e a destruição das árvores

Dificilmente se explica o pouco cuidado que houve com as árvores dos jardins de Buarcos, durante as atuais obras. Pelo contrário, o rolamento de árvores saudáveis parece indicar que os espaços verdes foram tratados por uma empresa de construção e ...não por quem sabe.
Lamenta-se a perda de árvores saudáveis.

Na Figueira da Foz continuamos a não ter uma política virada para o "ambiente"- isto é, sucedem-se as obras que pouco trazem em termos ambientais. O que temos é pouco mais do que "o mesmo" - muito estacionamento, muito espaço para o carro - e pouco espaço para "o verde", ou para o peão.