Avançar para o conteúdo principal

Dar de comer aos pombos

Há imensa gente que continua a dar de comer aos pombos, gatos e cães na via pública. Alguns compram comida para os animais. São maioritariamente reformados e pensam que estão a prestar um serviço à comunidade....dos pombos ! "-Coitadinhos, não têm que comer." é o argumento.
Enganam-se. O excesso de pombos é um problema sério. (ver notícia abaixo)
Na Escola frequentada pela minha filha os pombos invadiram literalmente as palmeiras, "aninharam-se" aí, e agora sujam tudo, há excrementos, penas, parasitas, ácaros por todo o lado. As crianças mais sensíveis sofrem certamente com os parasitas lançados pelos pombos.
O que fazer ? Como alterar esta mentalidade dos "coitadinhos" e emprestar mais urbanidade às gentes desta cidade ?


Notícia - Redução de pombos
Os pombos e as cidades. Em alguns casos, a relação não tem sido fácil. A população columbófila reproduz-se rapidamente e em grandes quantidades – os pombos reproduzem-se três ou quatro vezes por ano – , provocando problemas ambientais e patrimoniais. São ainda portadores de doenças, algumas das quais transmissíveis a humanos. Uma das causas da rápida e profícua capacidade de reprodução daquela ave é a alimentação que lhe é servida na via pública.
Recorde-se que o regulamento municipal proíbe dar alimentos a animais vadios na via pública, cuja transgressão está sujeita a coima. No entanto, não faltam figueirenses que alimentam, diariamente, aves, cães e gatos que vagueiam pela cidade. Muitas autarquias portuguesas estão a sensibilizar os habitantes para abandonarem aquele hábito – sem alimento não há ser vivo que sobreviva; se ele faltar na cidade, terão de o procurar noutro sítio. Concomitantemente, têm em curso programas de controlo da natalidade.

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Alferes Robles, massacres de 1961 e a Guerra de Angola

Recentemente visionei novamente os primeiros episódios da série "A Guerra" de Joaquim Furtado. Para quem não viveu a guerra, o documentário é excelente, e segundo muitos que a viveram Joaquim Furtado fez um trabalho notável. Ouviu ambas as partes, procurou uma visão serena e equilibrada apresentando unicamente os factos comprovados.
(ver aqui o documentário "A GUERRA" de Joaquim Furtado, https://youtu.be/eytkjJXrmhA onde  várias testemunhas presenciais testemunham as atrocidades cometidas por ambas as partes)

Na sequência dos grotescos episódios que se seguiram aos massacres de 15 de Março de 1961, a UPA matou barbaramente quase um milhar de colonos (a maioria branco) e outros milhares de trabalhadores locais, os portugueses (brancos) desencadearam a retaliação. Matou-se por dá cá aquela palha, milhares de angolanos pretos foram chacinados sem qualquer razão. Há várias fotografias de valas comuns, iguais às nazis, e depoimentos que chegariam para levar alguns por…

Roxanne Bueso

Pintora Roxanne Bueso, residente na Figueira da Foz, proveniente de Porto Rico.

As obras em Buarcos e a destruição das árvores

Dificilmente se explica o pouco cuidado que houve com as árvores dos jardins de Buarcos, durante as atuais obras. Pelo contrário, o rolamento de árvores saudáveis parece indicar que os espaços verdes foram tratados por uma empresa de construção e ...não por quem sabe.
Lamenta-se a perda de árvores saudáveis.

Na Figueira da Foz continuamos a não ter uma política virada para o "ambiente"- isto é, sucedem-se as obras que pouco trazem em termos ambientais. O que temos é pouco mais do que "o mesmo" - muito estacionamento, muito espaço para o carro - e pouco espaço para "o verde", ou para o peão.