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Acessos e Mobilidade na Figueira da Foz

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Os acessos às Escolas, e em geral, no concelho foram desenhados nos anos 70/80 e 90, sendo anacrónicos. Falta urbanismo virado para quem anda a pé.

O areal da praia urbana da Figueira da Foz

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É Imperioso proteger, conservar e manter a vegetação que foi crescendo ao longo dos últimos 10 anos no areal da praia da Figueira. Destruir o ecossistema dunar será agora um verdadeiro crime contra o património natural. As dunas formadas no areal têm sido lentamente povoadas por plantas pioneiras que fixam a areia com as suas raízes. São plantas extraordinárias porque têm uma incrível resistência à falta de água doce, às amplitudes térmicas, salinidade e ao excesso de luminosidade. Poucos decisores políticos locais têm consciência da biodiversidade existente agora no areal e é escassa a informação no local sobre essa riqueza. Enfatize-se a ameaça do colapso global da biodiversidade. É nosso dever criar nichos ecológicos e fomentar a biodiversidade sempre que possível, e não o contrário, a sua destruição. A vegetação da praia é ainda fonte de beleza e prazer estético, desde o Estorno até ao Cardo-marítimo que aí proliferam. A formação do ecossistema dunar resulta de um pequeno inve...

Casario em Buarcos

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Árvores mal tratadas na Figueira da Foz

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Está à vista o resultado das podes radicais do passado inverno. Árvores e definhar. Árvores mortas. Árvores a abater.

Carro elétrico

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Há dois anos comprei o C Zero, um carro elétrico 100%, usado de 2012, por 10 500 Euros Estou contente com a aquisição, foram 20 mil quilómetros sem avarias nem sobressaltos. A autonomia mantém-se quase a mesma, cerca de 100 km reais. Despesas de manutenção? Quase nada, apenas os pneus em que investi numa marca de qualidade (os que tinha eram "MS - mud/snow", pouco adequados às nossas ruas e estradas. A maior vantagem ambiental é terminar com a aquisição de combustíveis fósseis. Ou seja deixei literalmente de financiar : 1) empresas que dedicam parte da sua riqueza a combater a ciência, e 2) estados como a Arábia Saudita que têm práticas condenáveis que passam pelo apoio encapotado ao terrorismo.

Buarcos e a biodiversidade

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Gosto destes lugares semi-selvagens no meio do espaço urbano - ver foto abaixo, espaço próximo de minha casa, em Buarcos. Um terreno valorizado pelas árvores, mato, catos, flores silvestres,..que serve naturalmente de abrigo a aves e bicharada diversa. A biodiversidade mora aqui!

Paço de Maiorca - quo vadis?

Considero ser fundamental que a Câmara venda e arrendar património que não consegue gerir. Em relação ao Paço de Maiorca a sua valorização passa por ser utilizado, como hotel ou espaço cultural, vivo, mas conservando sempre o seu carácter genuíno. Importante também é restabelecer uma ligação entre o Paço e a população de Maiorca para que esta possa ter novamente orgulho no seu património e consiga usufruir daquilo que naturalmente lhe pertence. Assumir esta identidade é difícil e leva anos, sendo necessário uma estratégia a médio e longo prazo. Outro desafio é impedir a excessiva “musealização”, sendo necessário uma intervenção que torna o espaço atrativo tanto para os habitantes locais como para os visitantes. Como afirmam os especialistas “o património cultural como algo que vem do passado, experimenta-se no presente e transmite-se às gerações do futuro, conjuga sentimentos de pertença dos indivíduos, sentimento esse que acaba por assegurar uma identidade cultural” Esse desafio só...

A vala de Buarcos - emanilhar não é solução

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A chuva intensa dos últimos dias veio mostrar o erro. Emanilhar e soterrar a vala hidráulica da praia de Buarcos criou um problema de drenagem. Havia espaço para a água percorrer a praia e chegar ao mar. O espaço foi limitado pelo emanilhamento da vala. Logo quando há muita água esta tende a escoar-se pelo caminho mais fácil. Sem espaço livre, acumula-se. Foi isso que aconteceu este ano. A praia parecia um lago. As máquinas tiveram que abrir novamente "uma vala" permitindo o escoamento da água para o mar.

Estacionamento sem regras na Figueira da Foz

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Na Figueira estaciona se em qualquer lugar Ninguém tem medo da multa. A PSP não multa. Desistiu. Não está interessada na defesa do código da estrada bem nos direitos dos peões. A Câmara Municipal e os seus  vereadores parecem não sentir o incômodo causado pela balbúrdia dos carros estacionados em qualquer sítio.

Greta, João Miguel Tavares e as alterações climáticas

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Greta Thunberg é uma voz da ciência, não é uma panfletária ao serviço de uma qualquer ideologia. A jovem sueca não pretende tomar o poder, não advoga a violência contra o capitalismo selvagem que  destrói ecossistemas nem "procura nenhuma luta de classes". E  isso incomoda muita gente, da esquerda  à direita conservadora e liberal (João Miguel Tavares, por exemplo no seu último artigo em e descredibiliza a miúda com "teorias da conspiração") porque coloca em causa o modelo de vida, a nossa liberdade individual, apontando limites que não deveríamos ultrapassar em nome das gerações futuras. Trata-se apenas de uma miúda de 16 anos que fala sem filtros apoiada naquilo que a ciência demonstra, estamos a mudar o clima, a acidificar os Oceanos e a promover a extinção em massa das espécies. Há dúvidas quanto a isso? O que pensa JMT sobre a cobertura da "Crise climática" feita pelo Público? Mau jornalismo? Conspiração do "lobby ecologista...

A remodelação do Jardim Municipal da Figueira da Foz , o Coreto e um certo Regresso ao Passado

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Na Figueira da Foz as soluções urbanísticas dos últimos anos são muito questionáveis. Os fins para que foram projetados os espaços não correspondem à necessidade de beneficiar a pedonalização e a fruição do espaço público. As recentes obras de Buarcos mostram isso mesmo, outras pequenas intervenções (Coliseu, rotunda da piscina do Ginásio,...etc.) mostram sempre desprezo pelas árvores e pelos espaços verdes, que são transformados em estacionamento. Segundo parece irá ser feita a discussão pública deste projeto, ainda em julho deste ano. Aguardemos pela data e lugar. Projeto do Jardim Municipal da Figueira da Foz

Árvores mortas na Figueira da Foz - após poda camarária

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Árvores desrespeitadas As árvores abatem-se na Figueira da Foz, por vezes de forma lenta. Podam-se mal, e depois morrem.  Parece que até dá jeito que assim seja: desimpedem os passeios, as folhas deixam de cair no chão, há mais espaço para estacionamento e menos queixas dos moradores (as árvores são fonte de queixas, há uma minoria ruidosa que acha que podemos viver sem árvores). Exemplo disso mesmo são algumas árvores da Av Saraiva de Carvalho - estão mortas! - mas há muito mais por todo o concelho. Árvores mal podadas na Figueira da Foz - morte e envelhecimento precoce

Plásticos e mais plásticos descartáveis nas festas da Figueira da Foz

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Há anos que lutamos por um mundo menos poluído. Menos plásticos descartáveis fazem parte desse esforço, reduzir ao máximo, sempre que possível. As autoridades locais podem e devem desempenhar um papel chave nesta mudança. As festas locais, as sardinhadas e eventos, são iniciativas onde se descartam centenas de milhares de copos, pratos e talheres de plástico. Porquê? Porque é mais fácil, é tradição e os gestores dos eventos não são impelidos a fazer melhor, a procurar meios reutilizáveis (com caução, de papel, compostáveis,...etc) e sustentáveis. Portanto a situação continuará a ser a mesma: plásticos descartáveis que não podem ser reciclados nem reutilizados, consumo de recursos não renováveis, mais um contributo para a montanha de lixo que produzimos.

Ruído, trabalho "escravo" e a recolha de resíduos na Figueira da Foz

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Recolha de resíduos urbanos passa aqui na minha rua residencial, são 6h50 da manhã, dia 25 de abril, dia em que se celebra conquista de liberdades e de direitos dos trabalhadores. Ruído. É evidente o desprezo pelos direitos dos trabalhadores mais mal pagos...Tiveram que recolher o lixo na sexta-feira santa, sábado, domingo de Páscoa, segunda-feira...e até hoje 25 de abril. Nada há que justifique este excesso de "recolhas", a não ser um sistema irracional e o facto da empresa privada que faz a recolha ir lucrar precisamente com  o "trabalho escravo e esta caça ao lixo". Tudo pago com dinheiro dos contribuintes, numa Câmara Municipal liderada por socialistas. recolha de resíduos na figueira da foz

Alberto Pessoa e a Figueira da Foz

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Alberto Pessoa e a Figueira da Foz "A gravidade de tudo isto, foi o esquecimento a que seria votado tudo aquilo de produtivo e genial que havia sido proposto para a cidade pela equipa de Alberto Pessoa e que constituiria, caso tivesse tido seguimento, um exemplo a nível nacional de equilíbrio urbanístico. No crescimento que a cidade nos revela actualmente, não é perceptível uma estratégia global ou uma ideia de conjunto, que era evidente nos estudos propostos por Pessoa. Hoje, irremediavelmente esquecidos entre muitos outros, que se acumulam no pó das prateleiras do Arquivo Municipal." arq.º Raul Saúde, Tese de Licenciatura (2001), "Alberto Pessoa - Figueira da Foz, 1963 –1985"

Contributos para o Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios

Esteve em Consulta Pública até dia 08 de fevereiro o Plano Municipal de Defesa da Floresta contra Incêndios. Uma análise do documento levou-me a deixar um contributo que publico abaixo. Em resumo, o Plano deveria ser mais ambicioso e romper com algumas práticas que causam incêndios e/ou permitem a sua rápida propagação, desde as monoculturas de eucaliptos e pinheiros até às queimadas de sobrantes agrícolas. Exmos. Srs., Exmo. Sr. Presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz dr. João Ataíde No seguimento da consulta do Plano Municipal de Defesa da Floresta contra Incêndios manifesto a título individual as seguintes sugestões para redução do risco de incêndio e defesa eficaz da floresta no concelho da Figueira da Foz: _ Queimadas de sobrantes - esta prática deveria ser substituída pela compostagem dos sobrantes agrícolas e florestais, eliminando-se completamente num horizonte temporal determinado (2021). A...

As obras em Buarcos e a destruição das árvores

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Dificilmente se explica o pouco cuidado que houve com as árvores dos jardins de Buarcos, durante as atuais obras. Pelo contrário, o rolamento de árvores saudáveis parece indicar que os espaços verdes foram tratados por uma empresa de construção e ...não por quem sabe. Lamenta-se a perda de árvores saudáveis. Na Figueira da Foz continuamos a não ter uma política virada para o "ambiente"- isto é, sucedem-se as obras que pouco trazem em termos ambientais. O que temos é pouco mais do que "o mesmo" - muito estacionamento, muito espaço para o carro - e pouco espaço para "o verde", ou para o peão. Árvores roladas e podadas com destruição completa da copa Figueira da Foz

Educação ambiental ? A Escola de Alhadas Pintor Mário Augusto e a poda de árvores

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Infelizmente repete-se a sina das árvores ornamentais - cortadas a meia, um ato tão ignorante quanto nocivo para a educação ambiental dos alunos. Puro desleixo  de quem dirige a Escola ? Falta de sensibilidade ? Assim, com esta "educação ambiental" e estes exemplos não vamos lá... :(

Poluir com herbicidas as bermas das estradas

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Para quê queimar as bermas das estradas com herbicidas ? O verde das ervas faz mal a alguém ? Qual a razão para se gastarem milhares de euros, dinheiro dos contribuintes, com produtos tóxicos para pessoas e animais ? Alhadas de Baixo, Figueira da Foz - uso de herbicidas

Plasticus Maritimus

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A cada hora que passa, mil toneladas de plástico vão parar aos oceanos.  O equivalente a um camião cheio de plástico, por minuto! Já é tempo de fazermos alguma coisa. - o livro PLASTICUS MARITIMUS é uma obra  a ler e mostrar às crianças, está à venda na Figueira na livraria Bruaá, no CAE - https://www.planetatangerina.com/pt/loja/livros/plasticus-maritimus-uma-especie-invasora